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Correio do Povo, 11 de novembro de 2010
11 de novembro de 2010
O vereador Pedro Ruas (PSOL) e o ex-marido da governadora Yeda Crusius, Carlos Crusius, voltaram a se encontrar ontem em audiência no Fórum Central da Capital. Além do vice-governador Paulo Afonso Feijó, depuseram a favor de Ruas a deputada estadual Stela Farias e a vereadora Fernanda Melchionna. No ano passado, o vereador insinuou que Crusius havia se apropriado de recursos da campanha do PSDB ao Palácio Piratini.
Jornal do Comércio, 11 de novembro de 2010
Durou duas horas e meia a audiência no processo de difamação movido pelo professor Calos Crusuis contra Pedro Ruas (PSOL), vereador de Porto Alegre. Nesta quarta-feira foram ouvidos os depoimentos da defesa e da acusação. Ruas teve os depoimentos da deputada estadual Stela Farias, da vereadora portoalegrense Fernanda Melchionna e do vice-governador do Estado, Paulo Feijó.Zero Hora, 10 de novembro de 2010
10 de novembro de 2010
Disposta a concorrer a vereadora em 2012, a deputada Luciana Genro está organizando um ato público no dia 6 de dezembro, na Faculdade de Direito da UFRGS, para lançar um movimento jurídico-político em defesa do direito de disputar a eleição, apesar de o pai ter sido eleito governador. Aliás, Tarso Genro já confirmou presença no ato.
Zero Hora, 3 de novembro de 2010
3 de novembro de 2010
A cada pleito, o absurdo se repete. Luciana Genro no Rio Grande do Sul. Sílvio Torres, Walter Feldman e Régis de Oliveira em São Paulo. Ricardo Gomyde no Paraná. Bonifácio Andrada em Minas Gerais. Serys Slhessarenko por Mato Grosso. Respeitáveis e respeitados, estes parlamentares formam uma bancada suprapartidária: a dos que, embora bem votados, não foram eleitos em razão de que seus partidos não atingiram um determinado número de votos para viabilizar o alcance da primeira cadeira e daí sucessivamente. Este fato explicita duas anacronias: o quociente eleitoral e as coligações. É momento de abolir ambas.
Edgar Lisboa, Jornal do Comércio, 26 de outubro de 2010
26 de outubro de 2010
O PSOL pretende mobilizar todos aqueles que participaram dos esforços pela aprovação da lei da ficha limpa para pressionar o Supremo Tribunal Federal pela rejeição do recurso do candidato ao Senado pelo PMDB do Pará, Jader Barbalho.
Carta Capital, 25 de outubro de 2010
25 de outubro de 2010
O sorriso de carioca boa praça engana. Não que o deputado estadual pelo PSOL Marcelo Freixo não o seja, mas quem o vê, a principio, desconfia ser ele o homem que enfrentou a milícia no Rio de Janeiro. Quem conhece a sua história na militância pelos direitos humanos não se surpreende com a atuação que teve na Assembleia Legislativa. Trabalhou como professor de história em prisões, negociou rebeliões ao lado do Bope e em 2006 candidatou-se ao parlamento fluminense para ampliar seu campo de luta. Foi o responsável pela instauração da CPI das Milícias, que prendeu 275 milicianos e desmontou sua liderança.
Zero Hora, 25 de outubro de 2010
Levantamento do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar indica que, segundo o resultado preliminar das eleições, apenas 35 dos 513 deputados federais eleitos alcançaram individualmente o quociente eleitoral nos seus Estados.Carolina Bahia, Zero Hora, 21 de outubro de 2010
21 de outubro de 2010
Apesar de o PSOL ter aprovado o “voto crítico” em Dilma, a deputada Luciana Genro resolveu não anunciar preferência. Ela alega que por coerência não votará em Serra, mas também não tem motivos para se entusiasmar com a candidata petista.
Jornal do Comércio, 19 de outubro de 2010
19 de outubro de 2010
O presidente da Câmara Municipal de Porto Alegre, Nelcir Tessaro, voltou atrás e decidiu pedir que o prefeito José Fortunati vete o projeto de sua autoria que acrescenta ao HPS da Capital o nome do ex-secretário de Saúde Eliseu Santos, assassinado em fevereiro deste ano. Vereadores da oposição e da base tentaram encontrar uma brecha no regulamento com intenção de renovar a votação. Um requerimento, dos vereadores Fernanda Melchionna e Pedro Ruas questionava a validade da apreciação e foi endossado pela oposição e por diversos vereadores da base.
O Estado de S. Paulo, 11 de outubro de 2010
11 de outubro de 2010
A deputada Luciana Genro (PSOL) entrará com uma ação na Câmara Municipal de Porto Alegre para tentar reverter os efeitos da lei que a tornaram inelegível depois que seu pai, Tarso Genro, foi eleito governador do Rio Grande do Sul no último dia 3. Após cumprir quatro mandatos, dois como deputada estadual e dois como deputada federal, Luciana poderá ter a carreira política interrompida pelos próximos quatro anos. Apesar de ter sido a oitava mais votada da bancada gaúcha, com 129 mil votos, ela não conseguiu a reeleição porque seu partido não atingiu o coeficiente eleitoral.
Terra, 10 de outubro de 2010
10 de outubro de 2010
A deputada federal Luciana Genro (PSOL), filha de Tarso, tentava a reeleição para o terceiro mandato na Câmara Federal. Mas, mesmo sendo a nona candidata mais votada, com 129.501 votos, foi derrubada pelo coeficiente eleitoral. Com isso, 23 concorrentes com votação inferior a ela têm mandato garantido em Brasília a partir de janeiro.
Rosane de Oliveira, Zero Hora, 8 de outubro de 2010
8 de outubro de 2010
Se conseguir autorização da Justiça, a deputada Luciana Genro (PSOL) concorrerá a vereadora de Porto Alegre em 2012. O advogado Antônio Augusto Mayer dos Santos vai sustentar que o Legislativo municipal é um poder autônomo e independente do governo do Estado e, por isso, o fato de o pai dela, Tarso Genro, ter sido eleito governador não pode ser impedimento para a candidatura. Dos 129.501 votos que Luciana fez em 3 de outubro, 60.854 são de eleitores porto-alegrenses.
Taline Oppitz, Correio do Povo, 8 de outubro de 2010
Sem conquistar a reeleição, apesar dos mais de 129 mil votos, a deputada federal Luciana Genro se prepara agora para seguir com a militância política, dar aulas de inglês e brigar na Justiça para ter o direito de concorrer, apesar das restrições constitucionais impostas pela eleição de Tarso Genro, seu pai, ao governo gaúcho. Antonio Augusto Meyer dos Santos, advogado de Luciana, está confiante de que ela não ficará impedida.Jornal do Comércio, 8 de outubro de 2010
A deputada federal Luciana Genro, do PSOL, fez quase 130 mil votos, mas não se reelegeu deputada federal porque sua legenda não atingiu o mínimo necessário para conseguir uma vaga. Ela recebeu 60 mil sufrágios apenas em Porto Alegre. Confiante de que obterá na Justiça o direito de se candidatar a cargo eletivo apesar de seu pai, Tarso Genro, ser o chefe do Executivo, Luciana vai buscar uma vaga na Câmara Municipal de Porto Alegre em 2012. Fará uma grande votação.Sul 21, 7 de outubro de 2010
7 de outubro de 2010
As regras de proporcionalidade fizeram pelo menos uma grande vítima na votação de 3 de outubro. Luciana Genro (PSol), deputada federal concorrendo à reeleição, alcançou quase 130 mil votos, a oitava maior votação para a Câmara Federal no Rio Grande do Sul. Apenas em Porto Alegre, foram mais de 60 mil – a segunda maior votação no município. Mesmo com tanto respaldo, ela não conseguiu se reeleger.