Saiu na Imprensa
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Julgamento e punição aos torturadores
8 de outubro de 2011
Participe da Campanha pela apuração dos crimes de lesa humanidade praticados na ditadura militar
Ato de desagravo a Pedro Ruas tem presença de governador do RS
12 de julho de 2011
A manifestação, ocorrida no plenário da Câmara de Vereadores, reuniu integrantes de vários partidos.
Todo apoio aos bombeiros do Rio de Janeiro e a sua luta
8 de junho de 2011
A crise instaurada tem um responsável: Sergio Cabral
Equador: a experiência da auditoria oficial da dívida pública
31 de maio de 2011
Ao enfrentar as ilegalidades e priorizar os interesses sociais, o Equador deu ao mundo uma lição de soberania
Revista Veja Mente
9 de março de 2011
A matéria da Revista Veja sobre o Emancipa é um amontoado de mentiras
Taline Oppitz, Correio do Povo, 24 de dezembro de 2010
24 de dezembro de 2010
Pedro Ruas e Fernanda Melchionna, do PSOL, entregaram ao presidente da Câmara, Nelcir Tessaro, requerimento solicitando que o índice de reajuste nos salários dos vereadores não seja superior ao do mínimo nacional.
Taline Oppitz, Correio do Povo, 21 de dezembro de 2010
21 de dezembro de 2010
A assinatura de Juliana Brizola não deve ser suficiente para garantir a criação da CPI da Saúde na Câmara, com o objetivo de investigar irregularidades em contratos com o Instituto Sollus, mas serviu para tensionar ainda mais a relação da herdeira de Leonel Brizola com lideranças trabalhistas. Na última semana, ela chegou a consultar o TRE sobre os riscos de perder o mandato caso troque o PDT pelo PSOL.
Zero Hora, 19 de dezembro de 2010
19 de dezembro de 2010
Dona de um sobrenome que é sinônimo de trabalhismo, Juliana Brizola vive um momento de tensão e isolamento dentro da legenda fundada pelo avô no início dos anos 80, época em que a hoje vereadora ainda era uma criança. Juliana Brizola hoje é um peixe fora d’água na própria sigla. Cada vez mais isolada por colegas de partido, a neta de Brizola estuda desistir do PDT. E o destino seria o PSOL.
Taline Oppitz, Correio do Povo, 18 de dezembro de 2010
18 de dezembro de 2010
A proximidade de Juliana Brizola com a bancada do PSOL na Câmara e as divergências com colegas de partido já vinham chamando à atenção, mas o episódio não ficou apenas no terreno da especulação. Ela foi ao TRE, acompanhada por Pedro Ruas e pelo presidente estadual do PSOL, Roberto Robaina. A trabalhista se informou sobre os riscos da perda do mandato de deputada, para o qual foi eleita em outubro, caso troque o PDT pelo PSOL. Na quinta-feira, Juliana se reuniu com Luciana Genro.
Rosane de Oliveira, Zero Hora, 18 de dezembro de 2010
Deputada estadual mais votada do PDT em outubro, a vereadora Juliana Brizola estuda a possibilidade de deixar o partido que o avô Leonel Brizola fundou e migrar para o PSOL. O repórter Paulo Germano apurou que Juliana já procurou o presidente do TRE, desembargador Luiz Felipe Difini, para fazer uma consulta informal sobre o risco de perder o mandato se trocar de partido. Um parlamentar só pode trocar de partido sem perder a cadeira se provar à Justiça Eleitoral que está sendo vítima de perseguição ou que o partido mudou e está descumprindo o próprio programa.Zero Hora, 17 de dezembro de 2010
17 de dezembro de 2010
Valendo-se da prerrogativa de aumentarem seus próprios salários, senadores e deputados aprovaram reajuste de 61,8% em relação a 2007– índice que representa mais que o dobro da inflação verificada nos três anos. No total, nove parlamentares se declararam contrários ao aumento, entre eles a deputada Luciana Genro (PSOL) que ficou de fora da composição da nova Câmara: "Votei contra porque considero que os reajustes são desproporcionais aos concedidos ao salário mínimo. O nível salarial dos parlamentares também é desproporcionalmente alto em comparação com o da população em geral."
Brasília, Zero Hora, 16 de dezembro de 2010
16 de dezembro de 2010
Desta vez, foi em plena luz do dia, mas a desfaçatez continua a mesma. À exceção do PSOL, todos os partidos avalizaram o aumento de R$ 10 mil nos salários dos parlamentares – um reajuste de 62%. Foi uma votação relâmpago.