Blog da Luciana
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Diz-me com quem andas….
1 de dezembro de 2009
O PSDB e o DEM se fartaram em apontar o dedo contra o PT por causa do mensalão. Confesso que isso sempre me incomodou pois sempre soube que esses partidos estiveram envolvidos com corrupção. Assistir a direita surfar na onda anti-petista nunca me agradou. Mas não por achar que o PT não merecia, ou que não era culpado. Muito pelo contrário. Justamente por saber que o PT aprendeu das práticas deles. Como bem disse o ex-deputado Marcos Rolim, o PT prometeu que iria mudar a política mas foi a política quem acabou por mudar o partido. Não me surpreendi com o novo mensalão, desta vez envolvendo figuras do DEM. O PSDB também tem o seu, e estão todos quites. O resultado disso é péssimo para a política. Na campanha eleitoral ninguém quer falar de corrupção. Nas eleições para a prefeitura de Porto Alegre já foi assim. Eu falava sozinha sobre o assunto, e todos fingiam que não tinham nada com isso, e que esse assunto era secundário pois o importante era discutir o "programa". Mas o problema é que o "programa" deles é roubar, e tudo o mais está subordinado a esse interesse escuso. Está mais do que na hora de dar um basta. Não vote nos partidos que estão envolvido com corrupção! Não basta olhar só a pessoa, que pode parecer o que não é. Olhe o partido. Velho ditado: Diz-me com quem andas e te direi quem és! Assim fica bem mais fácil selecionar.
Mais uma vez sobre a tática eleitoral
29 de novembro de 2009
Temos defendido a resolução da Executiva Nacional do partido de abrir negociações para explorar as possibilidades de aliança com a candidatura de Marina Silva. Tal posição foi aprovada por 13 dos 17 membros da Executiva Nacional e também tem recebido o apoio de nossa bancada, dos deputados Ivan Valente, Chico Alencar e do senador Nery, além de Heloísa Helena. Esse apoio, por óbvio, não anula a existência de uma oposição interna a essa política. De nossa parte é uma obrigação colocar com clareza, por escrito, o que cada um pensa. Centralmente, quereremos neste texto apresentar duas considerações: a) sobre a natureza da candidatura de Marina, por um lado; b) por outro lado continuar insistindo nas questões que nos parecem condições indispensáveis para que o par tido de fato possa apoiar seu nome.
Unipampa: estudantes querem estrutura e participação
27 de novembro de 2009
Estive ontem em Bagé, participando de debate com a reitora da Unipampa, professora Maria Beatriz Luce, e com o ex-presidente do Andes - Sindicato Nacional dos Docentes de Ensino Superior Luiz Carlos Lucas. Lá pude constatar a angústia dos estudantes com a falta de infra-estrutra da Unipampa. O calendário de obras do prédio próprio está atrasadíssimo. Segundo a reitora, o problema é que as empresas rebaixam o preço para ganhar a licitação e depois dizem que não têm recursos para fazer a obra. Uma jogada suja! Outro problema é a falta de canais de participação dos estudantes na gestão da universidade. Eu, como relatora do projeto que criou a Unipama, tentei inserir dispositivos legais que assegurassem a plena participação da comunidade na gestão da universidade, mas o governo barrou as minhas propostas. Na foto, uma das faixas penduradas pelos estudantes no auditório diz: "Arremedo de democracia: estudante só é ouvido tumultuando a Reitoria".
Tratamento para os dependentes do crack, por favor!!
26 de novembro de 2009
Fazer campanha de esclarecimento sobre as dramáticas consequências do uso do crack é necessário. Acredito, inclusive, que pode dar algum resultado pois muitos que experimentam uma droga não se tornam dependentes, mas já com o crack parece que essa possibilidade não existe: é tiro e queda, literalmente. Mas a notícia de hoje em ZH sobre o rapaz que escalou uma antena telefônica para CLAMAR por internação traz à tona uma realidade que campanha nenhuma de esclarecimento vai transformar. É a falta de estrutura para o atendimento aos que já são dependentes. O crack é tão destruidor, e o atendimento tão precário, que um rapaz desesperado tem que escalar uma antena para mostrar que não podia ter alta. De fato o tratamento, para dar certo, tem que ser longo, pois as recaídas são muito frequentes. Mas a falta de estrutura, vagas, leitos, alternativas, faz com que os dependentes recém-desintoxicados sejam jogados na rua e todo o esforço da sua recuperação desperdiçado. É hora de uma campanha de exigência aos governos para que invistam na prevenção e no tratamento decente, e completo, dos dependentes.
Legítima revolta dos policiais
25 de novembro de 2009
Os policiais militares gaúchos estão em pé de guerra contra a governadora Yeda. E não é prá menos. Além de terem o salário mais baixo do país, ela ainda quer aumentar a contribuição para a previdência, em troca de um pequeno aumento que em muitos casos não vai compensar a perda com a alta da contribição. Cabe aqui uma reflexão sobre a importância dos policiais serem bem remunerados. Muitas vezes os políticos ou juízes alegam suas grandes responsabilidades e as enormes possibilidades de corrupção para defenderem aumentos para si. Teriam que ganhar bem para não se corromperem, dizem eles. Já ganham altos salários e sempre querem mais (diga-se de passagem que eu sempre votei contra aumento para políticos). Uma lógica absurda, não só porque os salários já são altos mas porque políticos e juízes se corrompem mesmo ganhando muito bem. Agora vejam a situação dos policiais. Colocam em risco a sua própria vida. Lidam diariamente com traficantes, sempre prontos a comprá-los em troca de tolerância. Muitas vezes, devido as suas dificuldades financeiras, moram nas mesmas vilas que os bandidos que perseguem. Suas famílias passam dificuldades. Muitos nem sequer têm uma moradia digna, ou pagam aluguéis que consomem grande parte do seu salário. Estão, portanto, totalmente vulneráveis às investidas dos bandidos. A corrupção nas polícias só não é maior do que na política. Melhorar a segurança da população passa por remunerar melhor os policiais, oferecer-lhes condições dignas de trabalho, a possiblidade de se orgulharem da sua função. Nenhum governo fez isso até hoje. Por isso, sofrem os policiais e sofre a população, especialmente a mais pobre, que tem mais medo do que confiança na polícia. É hora de mudar. Em 1997 os policiais de todo o país, inclusive do RS, fizeram grandes lutas, e até greves violentas. Eu mesma, junto com Roberto Robaina, hoje presidente do PSOL, estive com eles nos piquetes da greve de 1997. Nenhum policial gosta de fazer greve, nem a população de ver protestos da polícia. Mas para evitar a legítima revolta, Yeda vai ter que ceder.
Decisão misteriosa contra o bronzeamento artificial
24 de novembro de 2009
Eu não faço bronzeamento artificial. Tenho outros hábitos, entretanto, que não são recomendáveis do ponto de vista da saúde, como por exemplo, o de ingerir bebidas alcoólicas. Eu bebo com moderação, mas muitas pessoas que bebem exageram, causando danos a sua saúde e, o que é pior, colocam em risco a vida de outras. Violência doméstica, acidentes de trânsito, brigas de rua, tudo isso é potencializado pelos efeitos do álcool. A Anvisa proibiu o bronzeamento articifical, mas é estranho que parece não passar pela cabeça deles proibir o álcool no Brasil. Mas sim as camas de bronzeamento, que não são proibidas em nenhum lugar do mundo, segundo me relatou a Pati Lucero, que atua no ramo e é filiada ao PSOL. Que o bronzeamento artificial pode causar melanoma, ou câncer de pele, é sabido, e tem que continuar sendo alertado aos usuários. Assim como excesso de sol também oferece esse risco. Mas o dano, se ocorrer, é restrito à pessoa que decide fazer uso do bronzeamento, ao contrário do álcool, que dá causa a tanta violência e acidentes, nesse caso não há nenhuma repercussão para quem não tem nada com o assunto. O que afinal está por trás dessa decisão da Anvisa? Será que é o lobby dos cosméticos de bronzeamento? Ou será um certo viés "talibã" e o próximo alvo será proibir as bebidas alcoólicas? Não sei, mas as duas alternativas são péssimas. Alguém consegue imaginar outra?
Juros levam o dinheiro dos aposentados
23 de novembro de 2009
Amanhã o Núcleo dos Aposentados do PSOL promove panfletagem na Esquina Democrática como parte da mobilização para que os projetos que beneficiam os aposentados sejam votados e aprovados na Câmara. O governo insiste em dizer que não há dinheiro para bancar esse gasto, mas os números do orçamento executado até 14 de novembro desmentem: foram R$ 270 bilhões para pagar juros e amortizações da dívida. Já os gastos com as aposentadorias do INSS representaram R$ 92 bilhões a menos que o gasto com a dívida. Dinheiro há, a questão é para onde ele está indo. A verdade é que Lula fez uma opção política ao manter a política econômica de FHC. A outra face dessa opção é o arrocho aos aposentados. Uma coisa está atrelada à outra. Por isso que para defender de forma consequente o direito dos trabalhadores se aposentarem sem o fator previdenciário e terem os reajsutes que merecem é preciso rejeitar a política econômica de Lula e seu atrelamento aos interesses dos bancos e do grande capital. Senão é pura demagogia.
Yeda volta à ofensiva contra servidores
20 de novembro de 2009
Os projetos que a governadora Yeda enviou à Assembleia são uma verdadeira declaração de guerra contra os servidores, em especial contra o CPERS/Sindicato, o mais mobilizado do Estado. Ela praticamente liquida com o Plano de Carreira do magistério. Para quem não viveu a época, vale dizer que Yeda não inovou. O tal projeto é bem parecido com o chamado "acavalamento" de níveis feito por Collares. E o aumento é ridículo. Basta ver os números: o impacto será de R$ 38 milhões, e os beneficiados são 32 mil professores. Isso dá R$ 1.187 por ano, ou seja, R$ 91,00 por mês de aumento, e essa "fortuna" só vai ser entregue para uma ínfima minoria, sem nenhuma repercussão nas demais verbas! É interessante observar como a luta contra a corrupção teve uma incidência direta na correlação de forças entre as classes no Estado, mais particularmente no embate de Yeda e seu projeto neoliberal com o CPERS. Antes da coletiva do PSOL, que reabriu com toda força a crise que havia sido fechada depois do encerramento da CPI do Detran, Yeda estava na ofensiva contra os trabalhadores em educação, e sua secretária prestes a enviar um projeto para acabar com o plano de carreira dos professores, sua maior conquista histórica. Com a crise reaberta o governo foi obrigado a recuar e a secretária inclusive caiu. Agora, entretanto, Yeda voltou à ofensiva, pois a crise foi novamente fechada depois da (melancólica) votação que enterrou o impeachment. Isso demonstra claramente como a luta contra a corrupção é importante para as lutas da classe como um todo. Ela pode enfraquecer o inimigo, e dessa forma permitir que passemos à ofensiva. Quem sabe fatos novos não vão surgir para ajudar os trabalhadores em educação a resistir a mais esse ataque de Yeda?
A vingança da natureza
O dia de ontem foi de medo, caos e morte no Rio Grande do Sul. Nada menos do que 5 pessoas morreram no Estado, esmagadas por árvores, muros ou outras coisas que desabaram sobre elas devido à força dos ventos. Um milhão ficaram sem água e mais que o dobro disso sem energia elétrica. Não é a primeira vez, nem parece que será a última, que a população enfrenta a fúria da natureza. Além do fato de que os governos nada fazem para prevenir as consequências desse tipo de evento - nem as árvores são podadas! - há um elemento que vai além de ações pontuais. O tema está em debate na Conferência de Copenhage, que eu já mencionei neste blog. É a emissão de gases-estufa que provoca o aquecimento do planeta e causa mudanças climáticas que desembocam nessas tragédias. O filme que anuncia o fim do mundo para 2012 ainda é uma mera ficção, mas se o planeta não for melhor cuidado, pode se transformar em realidade. Até agora os governos, inclusive o brasileiro mas principalmente os das chamadas "nações desenvolvidas" têm negligenciado o assunto, colocaram os interesses econômicos das grandes corporações poluidoras acima dos interesses da humanidade. Pode? A Conferência de Copenhage parece estar fadada ao fracasso. Cabe a nós encarar o assunto com a seriedade que ele merece, cobrando dos governos medidas concretas no controle do aquecimento global. É hora também, evidentemente, de solidariedade com as vítimas do momento, ajudando com roupas, alimentos, material de construção. Estamos todos no mesmo barco, e ele está à deriva!Esquenta o debate sobre Marina
19 de novembro de 2009
A Folha de SP publicou ontem matéria em que Heloída Helena confirma sua decisão de disputar o Senado e manifesta seu desejo de apoiar a candidatura de Marina Silva. A mesma matéria dá a entender que os deputados Chico e Ivan estariam contra esse apoio, defendendo a candidatura de Plínio de Arruda Sampaio. Essa informação está sendo desmentida hoje por eles em uma nota que publicamos no site. É muito bom que a bancada federal esteja unida para respaldar a resolução da executiva de iniciar as conversas com Marina, pois evidentemente nos enfraqueceríamos nesse diálogo se dois dos nossos deputados já estivessem definidos pela candidatura própria de antemão. Sobre esse diálogo com Marina estou subscrevendo junto com outros dirigentes do MES e do MTL uma carta aos militantes do PSOL (publicada na íntegra no site) em que defendemos a necessidade de, partindo dos pontos elencados pela executiva, avançarmos nas definições das condições mínimas para viabilizar esse acordo. Quero ressaltar uma das questões que levantamos nessa carta: uma das preocupações que tenho ouvido dos militantes do PSOL é que ao apoiar Marina vamos abrir mão do nosso tempo de televisão, onde poderíamos expressar nossas propostas e fortalecer o partido. Por isso acredito que reivindicar a participação de Heloísa Helena no programa de Marina é uma condição indispensável para que possamos apoiar Marina. Partindo daí discutiremos as questões programáticas, mas teremos a garantia de aparecer com a nossa cara na campanha. Temos consciência das limitações programáticas de Marina e do PV. Defender o apoio a Marina não significa embelezá-la deixando de lado nossas divergências. Ao contrário. Temos que fazer o debate, encontrar pontos mínimos de unidade que possibilitem a construção de uma candidatura que rompa com a falsa polarização entre PT e PSDB, possibilitando ao PSOL atravessar esse processo eleitoral sem cair na marginalização política, e que nos permita um canal de diálogo com o povo para preparar o futuro. Estamos apenas começando a nossa caminhada.
A raposa vai cuidar do galinheiro??
18 de novembro de 2009
A maioria da Assembleia Legislativa mostra o seu caráter ao dar o apoio de 39 deputados à tentativa de conduzir o deputado Marco Peixoto ao Tribunal de Contas. Ele é alvo de pedido de investigação do Ministério Público Federal, e sabe-se que sua voz está em gravações prá lá de comprometedoras, ainda sob segredo de Justiça. Ainda que prevaleça a tese de que todos são inocentes até que se prove o contrário - o que no atual estágio de podridão da política chega a ser até um pouco ingênuo - não poderia ser possível guindar a um Tribunal de Contas alguém sob suspeita, cujas evidências incriminatórias não podem ser reveladas devido ao segredo de Justiça. O Tribunal de Contas tem a tarefa de zelar pelo bom uso do dinheiro público, mas como fazê-lo seriamente se os seus membros são suspeitos exatamente de mau uso dos impostos pagos por todos e que acabam servindo aos interesses de poucos? É algo como colocar a raposa a cuidar do galinheiro. Se o Tribunal de Contas quer mesmo melhorar sua imagem (até contratou o ex-deputado Marcos Rolim para essa tarefa!!), teria que começar por melhorar o seu conteúdo. A aparência é sempre um reflexo da essência, e melhorar a aparência sem mudar a essência é puro golpe de marketing. A Assembleia Legislativa está debochando das pessoas que ainda ensinam seus filhos que é proibido roubar. Que falta faz um deputado do PSOL nessa Casa Legislativa!
PT e PSDB unidos contra os aposentados
17 de novembro de 2009
Quando as lideranças do PSOL falam da tentativa de mais uma vez criar uma "falsa polarização entre PT e PSDB" nas eleições presidenciais é por que, de fato, esses dois partidos têm muito em comum, embora vivam às turras. A briga é para ver quem se apropria do Estado, para fazer dele um instrumento a serviço dos seus interesses, pessoais e partidários. A unidade é para impedir que medidas que beneficiam o povo sejam aprovadas. O mais gritante exemplo dessa unidade espúria entre PT e PSDB está estampado hoje nas páginas de Zero Hora, na matéria "Tucanos e petistas contra Paim", onde o jornal revela a união dos dois partidos para impedir a votação do projeto que dá a todos os aposentados reajustes iguais ao do salário mínimo. Não votar é fundamental, pois nem a base do governo teria coragem de derrubar essa proposta, apoiada por todos os brasileiros. Não votando eles permitem aos seus deputados que façam a demagogia dizendo que são a favor, mas na prática nada façam para que o projeto entre em votação. Enquanto isso eles recitam o mantra de que a proposta quebraria o país. Mentira! O que quebra o país é a dívida pública, que consome cerca de 60% do orçamento. E nesse tema, PT e PSDB também estão unidos: antes pagar a dívida do que melhorar a vida dos aposentados. Revoltante!
Chega de políticos nos Tribunais de Contas
16 de novembro de 2009
O governo Lula anda se queixando da fiscalização do Tribunal de Contas da União, pois ela estaria paralisando e atrasando as obras do PAC. Os Tribunais de Contas, seja o da União, sejam os dos estados, são órgãos criados exatamente para fiscalizar. O problema deles não é excesso de zelo, mas sim a sua utilização política. Os técnicos são de alto nível e extremamente zelosos com os recursos públicos. Talvez esse correto zelo é que venha causando problemas a Lula, pois a corrupção tem corrido solta neste governo, assim como nos anteriores. O problema dos TCs está nos conselheiros. Após o técnico fazer a sua análise, o processo vai para as mãos de um conselheiro, que pode simplesmente rejeitar tudo o que o técnico fez. E isso ocorre. Por isso é totalmente absurda a metodologia de escolha dos conselheiros do Tribunal de Contas do Estado: dos sete, quatro são indicados pela Assembleia Legislativa (quase sempre ex-deputados) e três pelo governador, sendo que destes apenas dois necessariamente são técnicos, ainda assim são indicações do governante. Ora, fica evidente o caráter político de um órgão de deveria ser eminentemente técnico, fiscalizatório. Minha proposta é extinguir a figura do conselheiro, deixando apenas os técnicos concursados para realizar o trabalho.
Carta de Carlos Nelson Coutinho sobre 2010
14 de novembro de 2009
Publico aqui, já que autorizado, e-mail me enviado sobre o assunto.
Apoio a Marina em 2010: um passo atrás, dois passos à frente
13 de novembro de 2009
Deixo aqui uma contribuição ao debate aberto no PSOL sobre o apoio à Marina Silva nas eleições de 2010.