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Categoria: imprensa
Jornal do Comércio, 6 de dezembro de 2010
O PSOL fará ato público hoje, às 18h30min, na Faculdade de Direito da Ufrgs, para que a deputada federal Luciana Genro possa ser candidata nas eleições de 2012. A Lei das Inelegibilidades prevê que parentes de governantes não podem se candidatar a instâncias inferiores, exceto em caso de reeleição. Luciana não se reelegeu no pleito deste ano e, portanto, estaria inelegível por pelo menos oito anos, pois seu pai, Tarso Genro, elegeu-se governador do Estado. A deputada do PSOL pretende concorrer a vereadora por Porto Alegre, em 2012.
Moacyr Scliar, Donna, Zero Hora, 5 de dezembro de 2010
Mesmo aqueles que não endossam as ideias de Luciana Genro precisam admitir: coragem não falta à jovem política gaúcha que agora enfrenta um problema. Com a eleição de Tarso Genro, seu pai, Luciana não pode ser candidata, exceto à Presidência da República, situação irônica quando se considera sua expressiva votação nas últimas eleições: foi a segunda candidata mais votada a deputado em Porto Alegre e a oitava no RS. Luciana quer ser vereadora em 2012 e lança uma campanha neste sentido, o que acontecerá na segunda feira, 6 de dezembro, na Faculdade de Direito da UFRGS, às 18h30. Representantes de todos os partidos confirmaram presença além de políticos ilustres: Tarso, Fortunatti, Ana Amélia, Simon, Zambiasi. Parabens pela iniciativa, Luciana. O RS e o Brasil te apoiam.
Correio do Povo, 3 de dezembro de 2010
Já na tarde da próxima segunda-feira, o governador eleito Tarso Genro deixará Brasília para retornar a Porto Alegre. Na Capital, às 18h30min, no auditório da faculdade de Direito da Ufrgs, ele participará do ato público em defesa da candidatura da sua filha Luciana Genro (PSOL) à Câmara de Vereadores em 2012. Apesar dos 129 mil votos obtidos no pleito deste ano, Luciana não se reelegeu deputada federal porque a sigla não alcançou o quociente eleitoral.
Jornal do Comércio, 3 de dezembro de 2010
“A corrupção nas favelas só vai acabar quando acabar a corrupção na polícia do Rio. E a corrupção na polícia só vai acabar quando a corrupção acabar na política. Já teve secretário que só acabou com a onda dos sequestros no Rio quando a Divisão Antisequestro (DAS) parou de sequestrar…”
Caçada na favela da Vila Cruzeiro
Em artigo, Plínio contesta ação policial no Rio e propõe alternativas.
G1, 27 de novembro de 2010
“Enfrentar uma eleição sem mandato é mais difícil que enfrentar uma eleição com mandato. A visibilidade política que a gente tem no cotidiano é bem menor”, diz a deputada federal Luciana Genro (PSOL/RS), que não conseguiu se reeleger e pretende tentar uma vaga na Câmara de Vereadores de Porto Alegre em 2012.
‘Segurança reforça criminalização da pobreza’
Marcelo Freixo avalia os momentos de violência na capital fluminense.
Sintrajud, 22 de novembro de 2010
Designada relatora do PLP 549/09 na Comissão de Finanças da Câmara, a deputada Luciana Genro (PSOL) diz ser totalmente contra o projeto e pretende levá-lo à votação antes do final de seu mandato. Para isso, ela conta com a contribuição dos servidores públicos e sindicatos na elaboração de um relatório contra o projeto de lei. Luciana faz também um chamado à mobilização para barrar a proposta.
Fernando Albrecht, Jornal do Comércio, 18 de novembro de 2010
A deputada federal Luciana Genro (PSOL) diz que sua não-reeleição é decisão irreversível, “mas vou sim lutar contra a minha possível inelegibilidade”. Dia 6 de dezembro, a deputada fará ato público em defesa do direito de ser candidata a vereadora em 2012, que contará com a presença de Tarso Genro, Ana Amélia, Pedro Simon e Sérgio Zambiasi, entre outros.
Correio do Povo, 11 de novembro de 2010
O vereador Pedro Ruas (PSOL) e o ex-marido da governadora Yeda Crusius, Carlos Crusius, voltaram a se encontrar ontem em audiência no Fórum Central da Capital. Além do vice-governador Paulo Afonso Feijó, depuseram a favor de Ruas a deputada estadual Stela Farias e a vereadora Fernanda Melchionna. No ano passado, o vereador insinuou que Crusius havia se apropriado de recursos da campanha do PSDB ao Palácio Piratini.
Jornal do Comércio, 11 de novembro de 2010
Durou duas horas e meia a audiência no processo de difamação movido pelo professor Calos Crusuis contra Pedro Ruas (PSOL), vereador de Porto Alegre. Nesta quarta-feira foram ouvidos os depoimentos da defesa e da acusação. Ruas teve os depoimentos da deputada estadual Stela Farias, da vereadora portoalegrense Fernanda Melchionna e do vice-governador do Estado, Paulo Feijó.
Zero Hora, 10 de novembro de 2010
Disposta a concorrer a vereadora em 2012, a deputada Luciana Genro está organizando um ato público no dia 6 de dezembro, na Faculdade de Direito da UFRGS, para lançar um movimento jurídico-político em defesa do direito de disputar a eleição, apesar de o pai ter sido eleito governador. Aliás, Tarso Genro já confirmou presença no ato.
Zero Hora, 3 de novembro de 2010
A cada pleito, o absurdo se repete. Luciana Genro no Rio Grande do Sul. Sílvio Torres, Walter Feldman e Régis de Oliveira em São Paulo. Ricardo Gomyde no Paraná. Bonifácio Andrada em Minas Gerais. Serys Slhessarenko por Mato Grosso. Respeitáveis e respeitados, estes parlamentares formam uma bancada suprapartidária: a dos que, embora bem votados, não foram eleitos em razão de que seus partidos não atingiram um determinado número de votos para viabilizar o alcance da primeira cadeira e daí sucessivamente. Este fato explicita duas anacronias: o quociente eleitoral e as coligações. É momento de abolir ambas.
Edgar Lisboa, Jornal do Comércio, 26 de outubro de 2010
O PSOL pretende mobilizar todos aqueles que participaram dos esforços pela aprovação da lei da ficha limpa para pressionar o Supremo Tribunal Federal pela rejeição do recurso do candidato ao Senado pelo PMDB do Pará, Jader Barbalho.
Carta Capital, 25 de outubro de 2010
O sorriso de carioca boa praça engana. Não que o deputado estadual pelo PSOL Marcelo Freixo não o seja, mas quem o vê, a principio, desconfia ser ele o homem que enfrentou a milícia no Rio de Janeiro. Quem conhece a sua história na militância pelos direitos humanos não se surpreende com a atuação que teve na Assembleia Legislativa. Trabalhou como professor de história em prisões, negociou rebeliões ao lado do Bope e em 2006 candidatou-se ao parlamento fluminense para ampliar seu campo de luta. Foi o responsável pela instauração da CPI das Milícias, que prendeu 275 milicianos e desmontou sua liderança.