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Categoria: imprensa

Taline Oppitz, Correio do Povo, 24 de dezembro de 2010

24 de dezembro de 2010

Pedro Ruas e Fernanda Melchionna, do PSOL, entregaram ao presidente da Câmara, Nelcir Tessaro, requerimento solicitando que o índice de reajuste nos salários dos vereadores não seja superior ao do mínimo nacional.

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Taline Oppitz, Correio do Povo, 21 de dezembro de 2010

21 de dezembro de 2010

A assinatura de Juliana Brizola não deve ser suficiente para garantir a criação da CPI da Saúde na Câmara, com o objetivo de investigar irregularidades em contratos com o Instituto Sollus, mas serviu para tensionar ainda mais a relação da herdeira de Leonel Brizola com lideranças trabalhistas. Na última semana, ela chegou a consultar o TRE sobre os riscos de perder o mandato caso troque o PDT pelo PSOL.

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Zero Hora, 19 de dezembro de 2010

19 de dezembro de 2010

Dona de um sobrenome que é sinônimo de trabalhismo, Juliana Brizola vive um momento de tensão e isolamento dentro da legenda fundada pelo avô no início dos anos 80, época em que a hoje vereadora ainda era uma criança. Juliana Brizola hoje é um peixe fora d’água na própria sigla. Cada vez mais isolada por colegas de partido, a neta de Brizola estuda desistir do PDT. E o destino seria o PSOL.

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Taline Oppitz, Correio do Povo, 18 de dezembro de 2010

18 de dezembro de 2010

A proximidade de Juliana Brizola com a bancada do PSOL na Câmara e as divergências com colegas de partido já vinham chamando à atenção, mas o episódio não ficou apenas no terreno da especulação. Ela foi ao TRE, acompanhada por Pedro Ruas e pelo presidente estadual do PSOL, Roberto Robaina. A trabalhista se informou sobre os riscos da perda do mandato de deputada, para o qual foi eleita em outubro, caso troque o PDT pelo PSOL. Na quinta-feira, Juliana se reuniu com Luciana Genro.

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Rosane de Oliveira, Zero Hora, 18 de dezembro de 2010

Deputada estadual mais votada do PDT em outubro, a vereadora Juliana Brizola estuda a possibilidade de deixar o partido que o avô Leonel Brizola fundou e migrar para o PSOL. O repórter Paulo Germano apurou que Juliana já procurou o presidente do TRE, desembargador Luiz Felipe Difini, para fazer uma consulta informal sobre o risco de perder o mandato se trocar de partido. Um parlamentar só pode trocar de partido sem perder a cadeira se provar à Justiça Eleitoral que está sendo vítima de perseguição ou que o partido mudou e está descumprindo o próprio programa.

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Zero Hora, 17 de dezembro de 2010

17 de dezembro de 2010

Valendo-se da prerrogativa de aumentarem seus próprios salários, senadores e deputados aprovaram reajuste de 61,8% em relação a 2007– índice que representa mais que o dobro da inflação verificada nos três anos. No total, nove parlamentares se declararam contrários ao aumento, entre eles a deputada Luciana Genro (PSOL) que ficou de fora da composição da nova Câmara: “Votei contra porque considero que os reajustes são desproporcionais aos concedidos ao salário mínimo. O nível salarial dos parlamentares também é desproporcionalmente alto em comparação com o da população em geral.”

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Brasília, Zero Hora, 16 de dezembro de 2010

16 de dezembro de 2010

Desta vez, foi em plena luz do dia, mas a desfaçatez continua a mesma. À exceção do PSOL, todos os partidos avalizaram o aumento de R$ 10 mil nos salários dos parlamentares – um reajuste de 62%. Foi uma votação relâmpago.

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Jornal do Comércio, 16 de dezembro de 2010

A Câmara aprovou o projeto de decreto legislativo, de autoria da Mesa Diretora da Casa, que equipara os salários de presidente da República, vice-presidente, ministros de Estado, senadores e deputados aos vencimentos recebidos atualmente pelos ministros do Supremo Tribunal Federal: R$ 26.723,13. O PSOL foi o único partido a manifestar posição contrária.

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Correio do Povo, 8 de dezembro de 2010

8 de dezembro de 2010

Luciana Genro, candidata do PSol a deputada federal, obteve 129.501 votos. Não conquistou vaga: a legenda obteve 179.578, cifra inferior ao quociente eleitoral estadual da eleição: 193.114. Vinte e três candidatos, de 31, se elegeram com menos votos. Elegeu-se, na mesma data, Tarso Genro, seu pai, e ela se tornará inelegível no Estado, se este não renunciar ao cargo seis meses antes das eleições de 2014.

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Zero Hora, 7 de dezembro de 2010

7 de dezembro de 2010

Não tinha cor partidária nem viés ideológico. O ato de apoio à deputada federal Luciana Genro (PSOL) – impedida por lei de concorrer na próxima eleição, porque seu pai foi eleito governador – reuniu líderes da sociedade civil, do Poder Judiciário, do Ministério Público e de partidos adversários.

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Correio do Povo, 7 de dezembro de 2010

O ato em apoio à candidatura da deputada federal Luciana Genro (PSOL) à Câmara de Vereadores em 2012, realizado ontem à noite, no auditório da faculdade de Direito da Ufrgs, contou com a presença de lideranças políticas de vários partidos.

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Sul21, 6 de dezembro de 2010

6 de dezembro de 2010

A luta de Luciana Genro (PSOL) pelo direito de concorrer a vereadora de Porto Alegre em 2012 mobilizou diferentes correntes políticas nesta segunda-feira.

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Entrevista de Luiz Eduardo Soares

Especialista dá aula de segurança pública no programa Roda Viva.

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Juremir Machado da Silva, Correio do Povo, 6 de dezembro de 2010

Há leis, no Brasil, que não pegam. Não são cumpridas. Nem aplicadas. Há outras piores, absurdas. Melhor seria quem não pegassem. A legislação eleitoral, por exemplo, é pródiga em monstrengos. A deputada federal Luciana Genro (PSOL) foi atingida de uma vez só por duas dessas melancias jurídicas.

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Correio do Povo, 6 de dezembro de 2010

Um ato público que ocorrerá às 18h30min de hoje, no auditório da faculdade de Direito da Ufrgs, irá defender o direito da deputada federal Luciana Genro (PSol) de candidatar-se à Câmara de Vereadores de Porto Alegre em 2012. Como é filha do governador eleito Tarso Genro, Luciana ficou impedida pela legislação eleitoral de concorrer a cargos públicos nos próximos quatro anos, exceto à Presidência da República, instância superior aos governos estaduais. A socialista, que não se reelegeu deputada federal, apesar dos 129 mil votos, reflexo do quociente eleitoral, deverá receber o apoio de dezenas de lideranças políticas no ato público, inclusive de opositores ideológicos do PMDB, PP e Dem. Tarso, que é advogado e também irá comparecer, disse ontem que entregará a sua filha um parecer feito por ele próprio sobre a norma constitucional que versa a respeito do caso.

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