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	<title>Luciana Genro &#187; honduras</title>
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		<title>Honduras: líder da resistência fala ao Congresso</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 11:15:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>assessoria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Juan Barahona relatou ao Brasil violação aos direitos humanos em seu país.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7035" class="wp-caption alignleft" style="width: 335px"><a href="http://www.lucianagenro.com.br/wp-content/uploads/2010/06/barahona_bsb.jpg"><img class="size-full wp-image-7035" title="barahona_bsb" src="http://www.lucianagenro.com.br/wp-content/uploads/2010/06/barahona_bsb.jpg" alt="" width="325" height="207" /></a><p class="wp-caption-text">A presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, Iriny Lopes (PT/ES), recebeu as denúncias de Juan Barahona</p></div>
<p>Por solicitação da deputada Luciana Genro, a audiência aconteceu na última semana, com as presenças dos deputados Chico Alencar (PSOL/RJ) e Domingos Dutra(PT/MA), que se comprometeram em fazer o possível para encaminhar as denúncias de violação dos direitos humanos, como também se solidarizar com o povo de Honduras pelos ataques aos direitos democráticos, e denunciar a falta de liberdades políticas naquele país. As reivindicações da oposição hondurenha, liderada por Juan Barahona, movimentos sociais e trabalhadores são:</p>
<p>1) Assembleia Constituinte,<br />
2) Não-reconhecimento do atual governo pela comunidade internacional, assim como fez a Unasul,<br />
3) Que o presidente exilado Manuel Zelaya retorne ao país com todas as garantias de segurança e integridade,<br />
4) Que se reconheça a resistência como porta-voz das lutas do povo hondurenho,<br />
5) Que todos os exilados retornem ao país com segurança e direitos políticos garantidos.</p>
<p>No último processo eleitoral, partidos de oposição se retiram do pleito por não quererem colaborar com o reconhecimento de um processo ilegal.</p>
<p><em>Texto: Pedro Fuentes</em></p>
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		<title>Resistência em Honduras é vítima de crimes de Estado</title>
		<link>http://www.lucianagenro.com.br/2010/05/resistencia-popular-em-honduras-e-vitima-de-crimes-de-estado/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2010 13:22:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>assessoria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
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		<description><![CDATA[Leia pronunciamento de Luciana Genro e notícia sobre novos assassinatos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A deputada Luciana Genro proferiu discurso na Câmara Federal nesta terça-feira, 18, denunciando a violência do Estado hondurenho à resistência popular que luta contra o golpe, imposto pelos militares em 2009. Confira mais abaixo notícia sobre novo assassinato de um membro da resistência hondurenha.</p>
<p>&#8220;Sr. presidente,</p>
<p>Honduras vive uma crise política e social desde junho de 2009. Após o golpe militar que depôs Zelaya, o país se tornou centro dos noticiários mundiais. Passados alguns meses de crise aguda, as eleições de novembro de 2009 reverteram o clima de solidariedade internacional contra o golpe. Foi uma auto-legitimação do golpe. Em abstenção histórica, menos de 30% dos cidadãos votaram. Mesmo assim, a tendência dos governos, especialmente de USA e Europa é o reconhecimento internacional das eleições ilegítimas de novembro.</p>
<p>Hoje, crimes de Estado estão sendo cometidos clandestinamente, como assassinatos, torturas e sequestros, contra ativistas da Frente Nacional de Resistência Popular, contra sindicalistas, jornalistas, professores e organizadores do povo em geral. Mais de 140 pessoas estão sofrendo processos judiciais ilegais, mais de cem foram exilados, e há incontáveis presos políticos e perseguidos. Os assassinatos já passam de 30. A última cartada da Corte Suprema de Honduras foi a demissão e expulsão arbitrária de cinco juristas que lideram a Associação de Juízes pela Democracia e que se manifestaram contra o golpe de Estado em 2009. Há um processo de higienização política e desmonte da capacidade do judiciário hondurenho de investigar crimes de Estado.</p>
<p>A única maneira de avançar na resistência, é por meio da investigação internacional dos crimes contra a humanidade cometidos pelos governos de Micheletti e Porfirio Lobo. Por iniciativa do PSOL, uma comitiva parlamentar brasileira foi a Honduras em 2009 e, apesar das contradições das posturas de cada partido que a compôs, foi uma proposta positiva. Agora, é mais importante; só a solidariedade internacional pode julgar e condenar os crimes sistematicamente praticados por agentes do Estado hondurenho. Por isso, propomos que o Brasil defenda a investigação e apuração dos crimes do Estado hondurenho contra a humanidade na Corte Internacional de Haia e que  o Brasil componha uma Comissão internacional e independente de investigação dos crimes do Estado hondurenho. Além disso é preciso que o Brasil apoie a Comissão da Verdade, proposta pela Frente Nacional de Resistência Popular para apuração dos crime e que o Brasil colabore para criar as condições políticas e jurídicas para que Zelaya volte ao país, sem que seja preso e julgado. Nosso país também precisa legitimar e apoiar o plebiscito popular pela Assembleia Constituinte, organizado pelo povo hondurenho para junho de 2010 e reconhecer a ampla força social e política da Frente Nacional de Resistência Popular como ator legítimo e responsável pela retomada da democracia no país.</p>
<p>Muito obrigada,<br />
<em><strong><br />
Luciana Genro</strong></em>&#8221;</p>
<p><strong>Denúncia de assassinato a outro membro da resistência em Honduras</strong><br />
<em><br />
O jovem de 27 anos era um ativo representante do grupo e fazia parte da comissão de segurança e disciplina da resistência. Era vítima de preseguições, ameaças e hostilidades por parte de agentes da inteligência do Estado.</em></p>
<p>A Frente Nacional de Resistência contra o golpe de Estado em Honduras, denunciou neste sábado a morte do dirigente Gilberto Alexander Núñez Ochoa, assassinado em sua residência ao sul de Tegucigalpa enquanto conversava com um amigo, e aproveitou para alertar a comunidade internacional para que ponha o olho no governo de Porfirio Lobo devido ao incremento da violência contra seus detratores nessa nação.</p>
<p>A integrante da Frente Bertha Cáceres, que participa na Cúpula dos Povos que ocorre em Madri, informou ao Telesur que o jovem de 27 anos era um ativo representante do grupo, e pediu aos países europeus, que insistem em convidar Lobo ao encontro de chefes de Estado e de governo da União Europeia-América Latina e Caribe (UE-ALC), que condenem a violação aos direitos humanos existente nesse país.</p>
<p>Alexander Núñez Ochoa fazia parte da comissão de segurança e disciplina da resistência e era un dos membros que denunciava a infiltração de suspeitos durante as manifestações da Frente que tinham como objetivo provocar os comandos policiais, chamar a atenção das instâncias privada e pública. A vítima havia prestado depoimento ao Comitê de Familiares de Presos Desaparecidos em Honduras (Cofadeh), por sofrer perseguições, ameaças e hostilidades por parte de agentes da inteligência do Estado.</p>
<p>Ochoa chegou junto com seu amigo José Andrés Oviedo num táxi a sua casa e foram surpreendidos por dois indivíduos com armas de fogo que os assassinaram com múltiplos disparos.</p>
<p>Bertha Cáceres disse que apesar da situação, a Frente de Resistência segue de pé e iniciando a coleta de 100 mil assinaturas para propor uma Assembleia Constituinte.</p>
<p>Lobo assuniu o poder no último 27 de janeiro, logo após ser eleito num polêmico pleito em Honduras, que se realizou sob um governo de fato, instalado depois do golpe de Estado, e sem a observação da Organização dos Estado Americanos e da Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
<p><em>Fonte: Telesur</em></p>
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		<title>Honduras: &#8220;O povo não votou&#8221;</title>
		<link>http://www.lucianagenro.com.br/2009/12/honduras-o-povo-nao-votou/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 12:35:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>assessoria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[honduras]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Líder da resistência revela que houve coação para o povo ir às urnas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;O povo não votou. Lobos não representa nem um de cada 10 hondurenhos&#8221;</em></p>
<p>Nesta terça-feira, 1º, pudemos falar por telefone com Gilberto Rios, dirigente de Los Necios grupo político com uma grande presença nas universidades, e que é um dos principais líderes da resistência hondurenha. Sua voz não só era muito firme, como ransmitia a alegria de ter obtido uma vitória da resistência.</p>
<p>&#8220;Nunca em Honduras a abstenção foi tão grande; mais de 70%, além dos 2% de votos nulos e 3% de votos em branco. Esse resultado é mais gritante ainda, porque foi no meio à coação sistemática que fizeram o aparelho burguês e o exército para que se fosse votar. Os funcionários públicos deviam mostrar seu dedo manchado na segunda-feira <em>[prova de que votaram]</em> ao chegar a seus trabalhos, e o mesmo devia ser feito nas <em>maquiladoras</em>, fábricas de propriedade dos gringos e grandes burgueses. Houve bairros onde o exército, com os caudilhos conservadores e liberais, ia diretamente às casas a procurar os habitantes para irem votar; no sábado, houve dezenas de detidos.&#8221;</p>
<p>Como conclusão, Rios diz: &#8220;Lobos é o presidente mais minoritário de toda a história de Honduras. Nas condições de coerção que mencionávamos, não foi apoiado nem por um de cada 10 habitantes de Honduras; de maneira nenhuma representa o povo de nosso país (&#8230;) O estado de ânimo de triunfo da resistência ficou expresso na caravana que se fez segunda-feira em Tegucigalpa, em que participaram milhares de carros. Foi muito grande e, ao passo da mesma, a gente aplaudia e mostrava seu dedo limpo e <em>blanquito</em>, sinal de que não tinha ido votar.&#8221;</p>
<p>Segundo a liderança, &#8220;houve uma grande quantidade de perseguições e provocações específicas a alguns dirigentes importantes da resistência&#8221;. Perguntamos a ele sobre a situação de <a href="http://www.lucianagenro.com.br/2009/10/pedro-fuentes-entrevista-juan-barahona/" target="_self"><strong>Juan Barahona</strong></a>, e nos disse que se encontra muito bem, custodiado, ressaltando que se converteu no líder de massas mais reconhecido do país hoje em dia. &#8220;Depois desses cinco meses de intensa mobilização, agora a Frente da Resistência vai entrar num período de estruturação e organização para continuar a luta política e social.&#8221;</p>
<p>Isso mostra que a Frente da Resistência converteu-se no principal protagonista, a principal força político-social do país e que o processo hondurenho está longe de ter se fechado com essas eleições. Pelo contrário, entrou agora em uma nova fase.</p>
<p><em><strong><br />
Pedro Fuentes</strong><br />
Secretário de Relações Internacionais do PSOL</em></p>
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		<title>Rechaçamos as eleições convocadas pelos golpistas!</title>
		<link>http://www.lucianagenro.com.br/2009/11/rechacamos-as-eleicoes-convocadas-pelos-golpistas/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 12:33:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>assessoria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[honduras]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>

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		<description><![CDATA[PSOL se solidariza com resistência hondurenha e exige restituição de Zelaya.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As eleições do dia 29 de novembro em Honduras não têm nenhuma legitimidade. Não pode haver eleições livres e democráticas num regime gestado num golpe de Estado que tirou do governo o presidente Manuel Zelaya que continua cercado na Embaixada do Brasil. Um regime que se mantém no poder graças à repressão, com o exército nas ruas, que já conta com mais de 20 assassinatos políticos, que censura e fecha os veículos de comunicação independentes e tem milhares de denúncias pela sua violação de direitos fundamentais. Um golpe que se apoia na minoritária oligarquia hondurenha, e que está levando o país a uma crise global da qual não tem saída sem uma Assembleia Constituinte soberana, como defende certeiramente a Frente Nacional de Resistência.</p>
<p>Uma parte importante e majoritária dos governos latino-americanos tem assumido a correta postura de não reconhecer o governo nascido dessas eleições. Em contrapartida, o governo dos EUA tirou sua máscara de “democrata” ao apoiar essas eleições nascidas do golpe.&nbsp; Tem sua lógica, já que desde o começo os golpistas contaram com a colaboração e participação dos militares ianques e da sua inteligência para desenrolar sua ação.</p>
<p>A Frente Nacional de Resistência e o legítimo presidente Zelaya já anunciaram que não irão às urnas e que boicotarão a farsa eleitoral. O PSOL se soma a todos os que rechaçam essas eleições e se solidariza com a Resistência, que exige a restituição incondicional do presidente Manuel Zelaya Rosales à presidência da República de Honduras.<br />
<i></i></p>
<p><i>São Paulo, 25 de novembro de 2009</i></p>
<p><i><b>Secretaria de Relações Internacionais do PSOL</b></i></p>
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