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	<title>Luciana Genro &#187; greve</title>
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		<title>Câmara de Porto Alegre apoia bancários</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Oct 2010 10:15:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Fernanda Melchionna conseguiu moção de apoio dos vereadores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8707" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.lucianagenro.com.br/wp-content/uploads/2010/10/bancarios.jpg"><img class="size-medium wp-image-8707" title="bancarios" src="http://www.lucianagenro.com.br/wp-content/uploads/2010/10/bancarios-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">Reprodução</p></div>
<p>A Câmara Municipal de Porto Alegre aprovou nesta quarta-feira, 13, uma moção de solidariedade à mobilização dos bancários da Capital em campanha salarial. O apoio foi uma iniciativa da vereadora Fernanda Melchionna, protocolada no dia 28 de setembro, bem no início do movimento dos trabalhadores.</p>
<p>A proposta foi aprovada por unanimidade e encaminhada ao Sindicato dos Bancários de Porto Alegre, a Federação dos Bancários do Rio Grande do Sul, Febraban, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banrisul.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://www.fernandapsol.com.br" target="_blank"><strong>fernandapsol.com.br</strong></a></em></p>
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		<title>Servidores fazem ato por salário e direito de greve</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 12:07:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Luciana: Servidores do Judiciário são desrespeitados ao reivindicar direitos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os deputados Ivan Valente e Luciana Genro participaram, nesta quarta-feira, 9, na Câmara, do ato de servidores do Poder Judiciário que estão em greve há mais de 30 dias por reajuste de salários da categoria. Os trabalhadores da Justiça Federal, da Justiça do Trabalho, da Justiça Eleitoral e do Ministério Público da União cortaram um bolo num dos corredores da Casa em protesto.</p>
<p>Os servidores também cobram o andamento do Projeto de Lei 6613/2009, que trata do plano de carreira da categoria e que está parado na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público desde dezembro, e protestaram contra o Projeto de Lei Complementar 549/2009, que congela por dez anos os salários dos servidores públicos dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário da União, do Ministério Público da União e do Tribunal de Contas da União.</p>
<p>Para Luciana, há um desrespeito com os servidores do Judiciário que reivindicam melhores salários e, por isso, são constrangidos para não fazerem greve. “É um cerceamento do direito de greve que não pode acontecer.” A deputada disse que seria “irônico se não fosse trágico” o fato dos trabalhadores estarem sendo perseguidos pelo próprio Judiciário a mando do Executivo, comandado por um ex-sindicalista que lutou em várias greves, o presidente Lula.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://www.liderancapsol.org.br/" target="_blank"><strong>Liderança do PSOL</strong></a></em></p>
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		<title>PSOL apoia paralisação nos Correios</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 11:41:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O presidente Roberto Robaina participou da manifestação em Porto Alegre.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6763" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.lucianagenro.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Robaina_Correios_post.jpg"><img class="size-full wp-image-6763" title="Robaina_Correios_post" src="http://www.lucianagenro.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Robaina_Correios_post.jpg" alt="" width="300" height="202" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Letícia Heinzelmann</p></div>
<p>O presidente do PSOL gaúcho, Roberto Robaina, pré-candidato a deputado estadual, esteve nesta quarta-feira, 26, na manifestação dos trabalhadores dos Correios, em frente à agência central de Porto Alegre. Cerca de 70% dos trabalhadores estão paralisados no Rio Grande do Sul. Robaina demonstrou conhecimento sobre os problemas da categoria e foi bastante aplaudido, especialmente, quando lembrou da troca do plano de saúde, que, na prática, deixou a maioria dos cerca de 6 mil funcionário, sobretudo no interior do Estado, desassistidos.</p>
<p>&#8220;Das muitas lutas dos trabalhadores do Correios, por melhores salários e contra a privatização, esta é uma reivindicação regional, que atinge a categoria no Rio Grande do Sul, principalmente no interior. É preciso contar com a solidariedade dos colegas de outros estados. E eu sei como esta categoria é solidária. Quando bancário, lembro que os trabalhadores dos Correios sempre apoiaram nossas paralisações. Agora, o PSOL está aqui, mais uma vez, ao lado dos Correios, como sempre esteve, especialmente na figura da nossa deputada Luciana Genro, em Brasília.&#8221;</p>
<p>Em pronunciamento na Câmara, Luciana também defendeu os direitos dos trabalhadores dos Correios. Confira o discurso da parlamentar:</p>
<p>&#8220;Sr. presidente e todos que assistem a esta sessão,</p>
<p>A direção dos Correios no Rio Grande do Sul anunciou, sem nenhuma discussão, e sem nenhuma alternativa emergencial, o fim do plano de saúde dos funcionários no final de março. Isso faz parte do corte de gastos que a direção da empresa implementa em todo o Brasil e tem a ver com o sucateamento do correio público e da retirada de direitos dos trabalhadores.</p>
<p>Essa situação também é decorrente da precariedade da saúde pública no país, muito deficiente, onde se demora meses para se marcar uma consulta ou exame, deixando as pessoas reféns do pagamento de planos de saúde.</p>
<p>A decisão da direção dos Correios deixou a maioria dos cerca de 6 mil funcionários, sobretudo os do interior do RS, desassistidos na saúde, sem ter a quem recorrer para tratamento médico em suas cidades. Foi assinado um convênio com a Cabergs (assistência dos funcionários do Banrisul), mas ainda não está em funcionamento, e deve ser inferior ao plano de saúde anterior. Poucos são conveniados com a assistência médica da empresa (Correios Saúde), que também não oferece especialistas suficientes, principalmente no interior.</p>
<p>Esse foi o pior ataque sofrido pela categoria, porque deixa os funcionários desassistidos numa empresa que lucrou R$ 800 milhões em 2008, e na qual a assistência médica era uma realidade.</p>
<p>São vários exemplos dramáticos do que está ocorrendo. Trabalhador afastado que necessita de fisioterapia agora não tem mais esse atendimento; trabalhadoras sem pediatra para os seus filhos e sem ginecologia, pois não existem esses profissionais credenciados pelo Correios Saúde na maioria absoluta das cidades; a maioria dos municípios do RS conta no máximo com a emergência dos hospitais, com a vida dos trabalhadores e seus dependentes (filhos, mãe, pai, esposa etc) a mercê do próprio risco, pois não há cardiologista, urologista etc para um caso que envolva atendimento imediato se houver necessidade.</p>
<p>A empresa alega que os funcionários e dependentes podem se tratar em Porto Alegre caso não haja credenciados na sua cidade, mas isso fica fora da realidade, pois há milhares de tratamentos médicos em curso, o problema de casos de emergência com especialista, o transtorno de locomoção e distância etc.</p>
<p>A empresa responsável pelo antigo plano de saúde, que garantia atendimento em todos os municípios do RS, requeria a atualização dos valores pagos pelos Correios, mas a diretoria regional do Rio Grande do Sul negou-se. Por sua vez, o Correios Saúde não tem credenciados como seria necessário, pois a tabela desse plano paga pouco aos profissionais da saúde e também porque a direção dos Correios foi negligente e não trabalhou como deveria para conveniar médicos.</p>
<p>E direção dos Correios descumpre, assim, o Acordo Coletivo de Trabalho que afirma garantir a cobertura da assistência médica aos funcionários. A intenção da direção da empresa, sem dúvida, será piorar o atendimento médico em todo o Brasil, até mesmo privatizando a saúde dos funcionários, com a troca dos Correios Saúde por pagamento de mensalidade dos funcionários a planos de saúde privados, o que seria incabível de aceitar.</p>
<p>Para o Sindicato dos Trabalhadores dos Correios do RS isso não é à toa, tendo relação com uma direção nacional dos Correios que está cada vez mais mergulhada na partilha de cargos entre apadrinhados políticos sem preocupação com o serviço postal com qualidade para a população e com os funcionários. Os Correios crescem cada vez mais e não há contratação de funcionários. O concurso nacional, que teve as inscrições encerradas em fevereiro e com mais de 1 milhão de inscritos, está sendo um escândalo, pois não há nenhuma informação de data para ser realizado, sendo um enorme desrespeito com quem se inscreveu e com a necessidade de contratações imediatas de novos funcionários.</p>
<p>No país inteiro ocorrem reclamações sobre atrasos na entrega de cartas, enquanto o governo e a direção da empresa, propositalmente, nada dizem, demonstrando que a intenção é &#8220;lavar as mãos&#8221; para os problemas reais do serviço público de cartas no Brasil. O lucro dos Correios e os seus contratos aumentam cada vez mais, enquanto os funcionários veem as suas condições de trabalho piorarem, o sucateamento da infraestrutura, o agravamento da enorme e desumana sobrecarga de trabalho.</p>
<p>Com a reestruturação através do projeto dos &#8216;Correios Sociedade Anônima&#8217; a intenção é mudar o caráter público do correio, incorporando empresas e acionistas privados nas demandas do crescente serviço postal. Não queremos os Correios sucateados nem a privatização, defendemos um serviço postal com qualidade, público, com pesado investimento na infraestrutura da empresa e em recursos humanos, a serviço do povo brasileiro, valorizando os seus funcionários. A privatização significará prejudicar a população brasileira com o objetivo do lucro acima do caráter social que os Correios e os seus trabalhadores sempre prestaram. A privatização também significará a demissão de funcionários.</p>
<p>Portanto, sr. presidente e todos que assistem a esta sessão, peço à direção dos Correios que reveja sua decisão.</p>
<p>Obrigada.&#8221;</p>
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		<title>Professores se mobilizam na Praça da Matriz</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 11:57:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Educadores rejeitam proposta do Estado e professores da Uergs entram em greve.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5862" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.lucianagenro.com.br/wp-content/uploads/2010/03/lu_fe_profs_post.jpg"><img class="size-full wp-image-5862" title="lu_fe_profs_post" src="http://www.lucianagenro.com.br/wp-content/uploads/2010/03/lu_fe_profs_post.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Crédito: Wálmaro Paz</p></div>
<p>Em assembleia geral nesta terça-feira, 30, os educadores do Rio Grande do Sul reafirmaram a rejeição ao projeto do governo que cria a remuneração mínima de R$ 1,5 mil. A categoria também rejeitou, por unanimidade, a intenção do governo de vincular o projeto de remuneração com o de reajuste salarial.</p>
<p>Mais de 3 mil trabalhadores em educação aglomeraram-se na Praça da Matriz, em Porto Alegre, desde as primeiras horas da manhã. A deputada Luciana Genro e a vereadora Fernanda Melchionna estiveram lá. A assembleia foi aberta às 10h30min e em seguida suspensa para que a direção da entidade pudesse negociar com os deputados estaduais alterações na proposta original do governo.</p>
<p>Com a informação de que os projetos da educação serão apreciados amanhã nesta quarta-feira, 31, a assembleia foi encerrada no final da tarde. A categoria permanece em vigília hoje para acompanhar as negociações. O conselho geral do Cpers/Sindicato está de plantão na Praça da Matriz.</p>
<p>Já os professores da Uergs &#8211; Universidade Estadual do Rio Grande do Sul cobram nomeações com aulas na praça. Faltam pelo menos 21 professores para a instituição. Docentes ofereceram nesta semana uma aula no local, em frente ao Palácio Piratini. Estudantes de Novo Hamburgo tiveram uma lição de genética e os colegas de Porto Alegre ouviram uma palestra sobre a Praça da Matriz e o Centro Histórico.</p>
<p>A categoria entrou em greve. Os professores estão preocupados, porque a legislação não permite chamados após 6 de abril, considerado período eleitoral. &#8220;Somos cem docentes para atender a mais de 3,3 mil alunos espalhados em 24 municípios em todo o Estado. É uma situação muito difícil&#8221;, conta Maximiliano Segala, um dos representantes da Associação dos Docentes da Uergs.</p>
<p>Além da nomeação dos servidores, a categoria reivindica novo concurso público para ampliar o quadro de professores. Também cobra reajuste salarial de 9,92% e gratificação de 15% enquanto não for aprovado o plano de carreira.</p>
<p>Em novembro de 2009, Luciana esteve na unidade de Sant’Ana do Livramento da universidade e constatou a situação de abandono em que se encontra a instituição: “O que mais me impressionou é o fato de ter apenas um professor para um curso todo!” Ela também recebeu uma carta dos alunos, que descrevem o que se passa na unidade: “O pólo da Uergs Sant’Ana do Livramento está passando por um período muito difícil e de total descaso e abandono. Sofremos com uma grande falta de docentes. A Uergs não merece ser abandonada. Temos direito de estudar com dignidade.”</p>
<p>Luciana encaminhou ofício ao presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, solicitando uma audiência para os alunos. Ela incluiu ainda emenda no Orçamento da União de 2010 para compra de equipamentos para a Uergs de Livramento.</p>
<p><em><br />
Com informações de <a href="http://www.cpers.org.br/" target="_blank"><strong>cpers.org.br</strong></a> e Zero Hora</em></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Professores estaduais decidem por greve</title>
		<link>http://www.lucianagenro.com.br/2009/12/professores-estaduais-decidem-por-greve/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 18:59:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Categoria pressiona governo Yeda a retirar projetos contra funcionalismo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>De zehora.com:</em></p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_4522" class="wp-caption alignleft" style="width: 230px"><strong><strong><img class="size-full wp-image-4522" title="greve_cpers" src="http://www.lucianagenro.com.br/wp-content/uploads/2009/12/greve_cpers.jpg" alt="Categoria aprovou resolução do conselho geral do sindicato - Adriana Franciosi" width="220" height="151" /></strong></strong><p class="wp-caption-text">Categoria aprovou resolução do conselho geral do sindicato - Adriana Franciosi</p></div>
<p><strong> </strong><strong>Professores estaduais entram em greve a partir do dia 15</strong><br />
<em>Categoria quer pressionar governo a retirar projetos</em></p>
<p>Cerca de cinco mil professores aprovaram a entrada da categoria em greve em assembleia geral nesta quarta-feira. O encontro foi convocado pelo Cpers Sindicato. A medida, no entanto, passará a vigorar apenas a partir do dia 15 de dezembro.</p>
<p>A decisão da categoria, proposta pelo Conselho Geral do Cpers, pretende impedir a aprovação de projetos encaminhados pelo governo do estado modificam com os planos de carreira e retiram direitos da categoria.</p>
<p>Os professores e servidores de outras categorias do funcionalismo seguem agora para uma marcha até a Praça da Matriz, no centro da capital gaúcha.</p>
<p><em>Do site do Cpers/Sindicato:</em></p>
<p><strong>Assembleia Geral aprova greve contra o pacote de Yeda</strong></p>
<p>Cerca de cinco mil trabalhadores em educação aprovaram, na tarde desta quarta-feira, em assembleia geral, a entrada da categoria em greve a partir do próximo dia 15. A decisão da categoria, proposta pelo Conselho Geral do CPERS/Sindicato, visa impedir a aprovação de projetos encaminhados pelo governo do estado que atacam os planos de carreira e retiram direitos históricos dos educadores.</p>
<p>A decisão agora está nas mãos do governo. Se os projetos não forem retirados, em greve, a categoria irá acampar na Praça da Matriz para pressionar os deputados estaduais para que rejeitem o pacote.</p>
<p>Mais uma vez a comunidade gaúcha corre o risco de ser penalizada pela irresponsabilidade de um governo que, além de querer destruir o serviço público, ataca os direitos dos servidores. Um governo que optou pelo conflito com o funcionalismo ao encaminhar, a exemplo do que fizera no ano passado, projetos prejudiciais aos educadores no final do ano letivo.</p>
<p>Depois da assembleia geral, os trabalhadores em educação, juntamente com servidores de outras categorias, se deslocaram em passeata até a Praça da Matriz para exigir do governo a retirada imediata dos projetos.</p>
<p>AGENDA DE MOBILIZAÇÃO</p>
<p>Na terça-feira 15, desde as primeiras horas da manhã, os educadores começarão a instalar, na Praça da Matriz, o Acampamento da Resistência. Cada núcleo da entidade – são 42 no total – deverá trazer, no mínimo, uma barraca para a praça. Servidores de outras categorias prometem reforçar o acampamento.</p>
<p>Do acampamento, os educadores irão iniciar uma peregrinação pelos gabinetes da Assembleia Legislativa para convencer os parlamentares da necessidade de os projetos serem retirados ou rejeitados.</p>
<p>No mesmo dia e local, às 10h, será realizado um Ato Público Unitário dos Servidores para reforçar a luta contra os projetos do governo.</p>
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		<item>
		<title>Parecer de Luciana inspira anistia a mais policiais</title>
		<link>http://www.lucianagenro.com.br/2009/10/parecer-de-luciana-inspira-anistia-a-policiais-de-seis-estados/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 13:33:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>assessoria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Categoria havia sido punida por participar de movimentos por melhoria salarial.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou em 23 de setembro proposta que concede anistia a policiais militares de diversos estados que foram punidos por participação em movimentos de reivindicação de aumento salarial e melhorias nas condições de trabalho. A greve entre policiais militares é proibida, e movimentos dessa natureza podem ser interpretados como crime sob o ponto de vista militar.</p>
<p>O texto aprovado foi o substitutivo do deputado Jair Bolsonaro para o Projeto de Lei 3777/08, do Senado. A proposta original previa o benefício apenas para os policiais do Rio Grande do Norte. O relatório de Bolsonaro acrescentou a extensão dessa anistia a policiais baianos, conforme parecer anterior da deputada Luciana Genro, aprovado pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e também a policiais do Distrito Federal, Pernambuco, Roraima e Tocantins. Luciana esteve tanto no Rio Grande do Norte como em Roraima acompanhando a luta da categoria.</p>
<p><strong>Promessa descumprida<br />
</strong><br />
Bolsonaro explica que a proposta inicial corrige situação atípica vivida no Rio Grande do Norte, onde cerca de 1,3 mil policiais estão sendo processados pelo governo estadual por causa de um movimento reivindicatório causado pelo descumprimento de um acordo do próprio Estado que deixou de instituir o Plano de Reestruturação do Código de Vencimentos e Vantagens dos Militares Estaduais, como havia prometido em documento escrito, datado de 28 de junho de 2006, assinado pelo próprio Comandante da PMRN, além de outros representantes do governo.</p>
<p>Segundo o relator, os policiais promoveram assembleias de forma pacífica em busca de solução do impasse, acarretando, obviamente, faltas ao serviço. &#8220;Embora entenda, e defenda, que os militares, quer sejam federais ou estaduais, devem ter suas condutas norteadas pelos pilares da hierarquia e da disciplina, não se pode admitir que lhes seja negado o direito básico de reivindicar melhores condições de trabalho e salariais, mormente quando se tratar de compromisso já assumido por superior e descumprido&#8221;, afirma.</p>
<p>Ele parabeniza a deputada Luciana Genro por estender a anistia aos policias baianos que participaram de movimento semelhante entre os dias 2 a 19 de julho de 2001 e em 8 de janeiro de 2002.</p>
<p>O parlamentar explica também que, diante de outras solicitações feitas, percebeu-se que policiais dos demais estados também necessitavam da referida anistia. &#8220;Eles também lutaram por melhorias de vencimentos e de condições de trabalho, visto que na maioria dos estados esses profissionais sofrem com a falta de valorização, além de condições subumanas enfrentadas para o exercício de suas funções.&#8221;</p>
<p>Assim, o substitutivo de Bolsonaro inclui ainda policiais que participaram de movimentos no DF, no segundo semestre de 2000 e no primeiro trimestre de 2001; no Tocantins, de 21 a 31 de maio de 2001; em Roraima, de 30 de março a 24 de abril de 2009; e em Pernambuco, de 20 de outubro a 1º de novembro de 2000.</p>
<p><strong>Tramitação<br />
</strong><br />
A matéria, que tramita em regime de prioridade, será analisada em seguida pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e pelo Plenário.</p>
<p><em><br />
Fonte: Agência Câmara</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>PSOL apoia greve nos Correios</title>
		<link>http://www.lucianagenro.com.br/2009/09/psol-apoia-greve-nos-correios/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 13:00:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Trabalhadores repudiam ação de dirigentes que tentam minar paralisação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Divulgamos aqui manifesto dos trabalhadores dos Correios em repúdio a dirigentes da categoria que têm feito acordo com o governo federal para minar a greve e sua luta por melhoria salarial:</p>
<p><em><strong>&#8220;CORREIOS: MAIS UMA GRANDE GREVE DOS TRABALHADORES<br />
E A PIOR TRAIÇÃO DOS PELEGOS</strong></em></p>
<p><em><strong>Diante da miserável proposta de 4,5% de aumento salarial, no dia 16 de setembro a greve nos Correios explodiu em todo o Brasil. Uma campanha salarial das mais difíceis dos últimos anos, já que desde o início a estratégia do governo Lula era evidente: arrebentar com a possibilidade de qualquer mobilização e conquista. Assim, contando com seu braço direito, o dirigentes sindicais pelegos, antes da greve era mínima a mobilização sindical para armar a greve. As duas principais correntes sindicais, a CTB (PCdoB) no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, e a Articulação Sindical (PT) a frente da Federação, tinham interesse em atender o governo e não organizar a greve. Numa expressão do conluio que se avizinhava, em cerca de um mês Manoel Cantoara (Articulação Sindical) deixou de ser secretário-geral da Federação para virar patrão com o pomposo cargo “Coordenador do Comitê Permanente de Relações do Trabalho” na direção dos Correios. A direção da ECT, frente aos ganhos vitoriosos de adicionais dos trabalhadores em 2008 e às greves que ocorreram, queria “descontar o prejuízo” neste ano, ou seja, evitar paralisação e ganho salarial. A empresa jogou no terrorismo nos locais de trabalho, com ameaças abertas para intimidar contra a greve. A direção dos Correios também jogou em não negociar nada sério a respeito de valorizar o salário dos ecetistas, o pior de todas as estatais federais. O salário de um funcionário dos Correios, de R$ 750,00 em média, contradiz radicalmente com o lucro absurdo da empresa de 1 bilhão de Reais apenas até agosto/2009. Soma-se a isso a verdadeira semi-escravidão que existe devido a gigantesca falta de funcionários. Foi por isso que os trabalhadores em peso foram a greve no dia 16.</strong></em></p>
<p><em><strong>O projeto do governo Lula para os trabalhadores ecetistas é o de uma ECT já conhecida, sucateada, com corrupção e apadrinhamentos, com relação com o setor privado e com uma estrutura trabalhista com raízes nos tempos da Ditadura Militar. A última cartada do governo é fazer a ECT virar “Correios dos Brasil Sociedade Anônima”, uma dita “modernização” que, porém, visará valorizar o capital do correio na base do chicote em cima do trabalhador, que no aperto salarial terá que produzir mais e mais. Tudo isso somando o aprofundamento dos contratos privados e venda de ações para multinacionais do setor postal. É também nesse contexto que acontece a campanha salarial de 2009.</strong></em></p>
<p><em><strong>A greve foi autenticamente heróica, com os trabalhadores e os setores de oposição levantando a mobilização contra as poderosas máquinas do governo, empresa e pelegos. Vale dizer que a revolta da categoria ecetista é tão grande que mesmo com as ameaças e a compensação de todas as horas da greve de julho de 2008, o movimento começou em todos os Estados e sindicatos no dia 16. Os trabalhadores dos Correios fazem greve todos os anos e isso acaba culminando em cobranças sobre o governo, seja ele qual for. Aí se encontra o quê o Governo Federal queria minar nesta greve: impondo um acordo salarial com vigência de dois anos, o objetivo fica evidente, é a proibição de mobilização grevista em plena eleição de 2010, com a empresa pública virando mais um artefato eleitoral na campanha lulista-PMDB de Dilma Roussef.</strong></em></p>
<p><em><strong>Um contraste político e histórico entre a luta dos trabalhadores dos Correios, com um salário muito baixo e trabalhando na opressão, e o governo Lula, que já mostrou que não visa mudar a dura realidade dos trabalhadores, ocorreu no dia 18 de setembro. Os grevistas cobravam Lula, que participava de cerimônia do anuncio de uma obra no Rio Grande do Sul, quando o grande líder operário das greves do ABC de 30 anos atrás foi direto nas palavras contra os grevistas ecetistas de 2009: ameaçou os mesmos de corte de ponto, afirmou que o miserável acordo do governo é bom e que é hora de acabar a greve. A categoria ecetista tem feito uma séria experiência com o governo Lula, visto por muitos funcionários da base como verdadeiro traidor. Porém, vale lembrar que tal experiência política e de luta contra o governo Lula nesta conjuntura não é um dado ilustrativo para uma afirmação de que existe um ascenso de toda a classe trabalhadora, o que não encontra correspondência na realidade das lutas sindicais, existentes mas não generalizadas e muitas vezes sem enfrentamento direto com o Governo Federal.</strong></em></p>
<p><em><strong>O desfecho desta greve, apesar da valentia dos trabalhadores, foi a maior traição política de classe nos Correios dos últimos 15 anos. Servindo ao interesse eleitoral de Lula para 2010, o PCdoB e a Articulação Sindical defenderam publicamente um acordo salarial com duração de dois anos (outra negociação apenas em 2011) e, pior, manobraram descaradamente as decisões de SP, Santos, RJ, BA e Brasília, entre outros sindicatos. Em São Paulo o PCdoB, numa manobra criminosa, distorceu no microfone sobre a aceitação do acordo de dois anos e o fim da greve, quando o voto da maioria foi por continuar a luta e contra a proposta da empresa.</strong></em></p>
<p><em><strong>É importante ainda dizer que, mesmo com as desilusões partidárias dos ecetistas, precisamos entender que o problema do movimento sindical não são os partidos políticos. O problema é o aparelhamento do movimento sindical pelos partidos do patrão e do governo. Estes na hora decisiva vão estar ao lado do seu governo e não junto com o trabalhador. Pensar que o problema do movimento são os partidos é um falso debate e, pior, é o debate que o patrão quer, bastando ver as práticas autoritárias, antidemocráticas e de calúnias promovidas pelos agentes do governo, pela direção da ECT, pelos sindicalistas oficiais, feitas sistematicamente contra todo trabalhador honesto organizado politicamente que não se curvou a maré do poder a qualquer custo exemplificada pela mutação do PT.</strong></em></p>
<p><em><strong>O desfecho da greve não foi uma vitória, na medida das sórdidas traições e da disputa não encerrada sobre o acordo salarial. Porém, também houve o aspecto positivo da resistência e da bravura dos lutadores, do fato de quatro membros (de sete) do comando não terem se vendido ao interesse eleitoral-patronal de 2010 e da pelegada não ter conseguido a assinatura do “acórdão de dois anos”. É um dever seguir apostando na luta que prossegue e contra os “Correios S/A”. Será uma tarefa dos lutadores e da direção combativa a reorganização das nossas pautas e mobilizações no meio dos trabalhadores, sem trégua a um governo corrupto que transforma a cada dia a ECT numa casa da mãe Joana para os interesses gananciosos em prejuízo dos trabalhadores. E é um chamado nacional prático e urgente construir uma Frente Nacional de Luta para tirar os traidores do PCdoB/Articulação das direções sindicais. Mesmo com a traição, tem que estar na consciência de cada trabalhador e líder honesto sair dessa greve com a cabeça erguida, por não ter se abaixado para um governo que procura a cada dia destruir o horizonte de uma vida melhor que buscam os funcionários da ECT. A direção da ECT jogou duro, mas não venceu a batalha final. Nesta greve, a direção da ECT, a mando de Lula, cortou o ponto dos grevistas, mas não conseguiu cortar a coragem de lutar. A luta segue!</strong></em></p>
<p><em><strong>Cássio Menezes<br />
Dirigente do Sintect/RS pela Oposição&#8221;</strong></em></p>
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		<title>PSOL junto com os estudantes em luta na Unipampa</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 12:25:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ensino]]></category>
		<category><![CDATA[estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[greve]]></category>
		<category><![CDATA[protesto]]></category>
		<category><![CDATA[rio grande do sul]]></category>

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		<description><![CDATA[Alunos reinvindicam melhorias na infraestrutura e mais democracia na gestão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Unipampa &#8211; Universidade Federal do Pampa, fundada em 2006, é uma instituição multicampi que está instalada em 10 municípios das regiões Sul e Oeste do Rio Grande do Sul &#8211; Dom Pedrito, Caçapava do Sul, Jaguarão, Bagé, Santana do Livramento, Uruguaiana, Alegrete, São Borja, Itaqui e São Gabriel -,  oferecendo 40 cursos em diversas áreas do conhecimento e tendo sede no município de Bagé.</p>
<p>A Unipampa faz parte do programa de expansão das universidades no Brasil e tem como meta atrelada ao programa Reuni &#8211; Reestruturação e Expansão das Universidades Federais a disponibilização de 12 mil vagas até 2010. O Reuni é um projeto do governo federal que, como diz o nome, visa a reestruturar e expandir as Ifes &#8211; Instituições Federais de Ensino Superior em mais 130 mil vagas até 2010, mas com um aumento muito tímido nos investimentos para o ensino superior, que no governo FHC representavam 0,4% do PIB brasileiro, e hoje no governo Lula &#8220;saltaram&#8221; para ridículos 0,7%. O resultado disso não poderia ser dos melhores.</p>
<p>Hoje, diversas universidades vêm passando por situações constrangedoras, como a falta de estrutura física, professores, laboratórios e bibliotecas defasadas. A Unipampa é uma delas: a falta de estrutura física é clara, o curso de Fisioterapia, que está instalado no município de Uruguaiana, tem uma necessidade de, no mínimo, seis laboratórios e não possui nenhum, faltam restaurantes universitários e moradia estudantil em todos os campi, sendo que os alunos de baixa renda que passam o dia estudando estão sujeitos a horas  perdidas em transporte público e pagam do próprio bolso sua alimentação, as bibliotecas têm pouco espaço e pouquíssimos livros. No entanto, o maior problema da universidade é a falta de professores, e foi em torno dessa pauta que os estudantes da Unipampa começaram uma mobilização unificada.</p>
<p>A greve dos alunos começou no campus Uruguaiana no dia 4 de setembro. Eles paralisaram todas as aulas e iniciaram uma série de atos pedindo a resolução dos problemas que enfrentavam, culminando num grande ato que bloqueou a Ponte da Amizade, que liga a fronteira entre Brasil e Argentina, e teve repercussão em nível estadual, passando nos principais telejornais gaúchos. Após esse episódio, iniciou-se uma articulação com os outros campi da universidade, que passam pelos mesmos problemas de falta de estrutura e professores, no entanto, a estrutura multicampi sempre dificultou o encontro de todos os estudantes para construir uma pauta unificada de reivindicações, e nesse momento houve a abertura desse espaço. Durante a semana, com a ajuda de coordenadores do DCE-UFPel, foi possível organizar uma grande mobilização na cidade de Bagé. A movimentação começou com uma assembléia na manhã de 17 de setembro, onde estiveram presentes representantes de vários campi da Unipampa. Em assembléia, foi deliberada uma caminhada pela cidade, que conseguiu apoio da comunidade bageense. Houve encontro com os trabalhadores dos Correios, somando-se duas importantes mobilizações contra o governo Lula. A passeata tinha como destino a reitoria da universidade, após a chegada dos estudantes foi trancada até o momento em que a reitora Maria Beatriz Luce recebeu uma comissão de negociação dos estudantes, que portavam a seguinte pauta de reivindicações:</p>
<p><strong>Infraestrutura</strong><br />
Construção de restaurantes universitários por cidade<br />
Construção de casas do estudante por cidade<br />
Construção de laboratórios específicos nos  cursos<br />
Construção de clínica-escola para o campus da saúde</p>
<p><strong>Logística</strong><br />
Linhas de transporte universitário por cidade</p>
<p><strong>Administração</strong><br />
Garantia de planejamento estratégico para solucionar a falta de professores</p>
<p><strong>Reitoria</strong><br />
Universidade ser responsável pela criação dos convênios de estágios<br />
Garantia das vagas dos estágios curriculares, sob responsabilidade da universidade<br />
Paridade nos conselhos e comissões da universidade<br />
Abertura do processo eleitoral para reitor em 2009<br />
Eleições diretas para reitor no primeiro semestre de  2010<br />
Marcar nova reunião com a comissão de estudantes<br />
Prazo para formulação do regimento em conselho que se torna paritário, acrescentando estudantes e técnicos -administradores à comissão já  existente<br />
Prestação de contas e criação do conselho fiscal paritários, 1/3 e permanentes</p>
<p>Nessa reunião, foram alcançados alguns objetivos, como prazos e garantia de recursos, no entanto, a mobilização dos estudantes deve continuar até que todos os campi da universidade estejam funcionando adequadamente.</p>
<p>O PSOL e o movimento estudantil organizado na zona Sul, apoiaram, desde o começo, a greve dos estudantes da Unipampa e continuaremos acompanhando de perto cada passo da organização dos mesmos.</p>
<p><em><strong>Gustavo Steiernagel<br />
PSOL Pelotas<br />
Diretório Estadual do PSOL<br />
DCE-UFPel</strong></em></p>
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		<title>Operários de Candiota conquistam reajuste</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 20:05:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>assessoria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[greve]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar de questionamentos sobre acordo, mobilização teve grande vitória.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3275" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-3275" title="candiota_post" src="http://www.lucianagenro.com.br/wp-content/uploads/2009/09/candiota_post.jpg" alt="Divulgação" width="200" height="150" /><p class="wp-caption-text">Divulgação</p></div>
<p>Reunidos em assembléia na manhã desta terça-feita, 8, os operários da Fase C da Usina Termelétrica Presidente Médici, em Candiota, interior gaúcho, aceitaram a proposta das empresas. O acordo contempla o reajuste de 10 % para serventes e ajudantes e 8,5 % para oficiais, R$ 90 de abono retroativo ao mês de maio, 45 dias de estabilidade para os grevistas e o pagamento dos dias parados, que serão recuperados em 80%, uma hora por dia e aos sábados.</p>
<p>O acordo atende em parte às reivindicações da categoria. O pagamento de insalubridade e periculosidade não foi garantido, e esse é um problema central, dado os inúmeros acidentes de trabalho ocorridos na obra. Há também a preocupação em relação à perseguição aos grevistas após o prazo de 45 dias de estabilidade. A recuperação de 80% dos dias parados também deve ser questionada, tendo em vista que a atual jornada de trabalho já é exaustiva aos trabalhadores.</p>
<p>Ainda assim, a mobilização na Usina Presidente Médici deve ser saudada como uma grande vitória. Vivemos um período de dificuldades e derrotas para a classe trabalhadora e para a mobilização. Além do atendimento de algumas de suas reivindicações, os operários de Candiota deram um exemplo para todo o país: a luta é necessária até a conquista.</p>
<p>De nossa parte, seguiremos acompanhando a situação na Usina e apoiando as mobilizações.</p>
<p><strong><em><br />
Clodoaldo Fagundes, PSOL Bagé/RS<br />
Jurandir Silva, PSOL Pelotas/RS</em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>PSOL apoia greve de operários em Candiota</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 18:07:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>assessoria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[greve]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores]]></category>

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		<description><![CDATA[Péssimas condições de trabalho já causaram série de acidentes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade gaúcha de Candiota é conhecida nacionalmente pela geração de energia nas usina termelétricas. São centenas de trabalhadores envolvidos na geração de energia nas estações Candiota I e Candiota II. Atualmente, está em curso a expansão da geração de energia. A fase C do projeto, Candiota III, é uma obra do PAC &#8211; Plano de Aceleração do Crescimento e pretende aumentar em 350 megawatts a capacidade de todo o complexo.</p>
<p>São cerca de 2 mil operários envolvidos na obra. Há inúmeras denúncias relacionadas às péssimas condições de trabalho e em setembro de 2008 os trabalhadores já haviam realizado uma greve reivindicando melhores salários e segurança. Os poucos resultados obtidos pelos trabalhadores na greve de 2008 e a continuidade dos acidentes de trabalho, somados à morte do soldador Alan Alves, de 21 anos, em 6 de agosto deste ano, foram responsáveis pela deflagração de uma nova greve, que começou no dia 17 de agosto.</p>
<p>Os operários reivindicam 10% de reajuste nos salários e pagamento de insalubridade eou periculosidade. O consórcio de empresas responsável pela obra nega-se a negociar enquanto a categoria continuar em greve. A justiça já determinou a legalidade da greve e os trabalhadores aguardam uma audiência no Ministério do Trabalho.</p>
<p>As empresas anteciparam o pagamento dos salários, que normalmente ocorre no dia 5, para o dia 31. Dessa forma, pressionam os trabalhadores, pois já foram descontados os dias de greve. Inúmeros pais de família relataram o recebimento de menos de R$ 20 de salário.</p>
<p>Em se tratando de uma obra do PAC, e com inúmeros problemas nas relações de trabalho, acreditamos que o governo federal deva se pronunciar com extrema urgência. É necessário que as empresas aceitem a negociação com os trabalhadores e que as perseguições cessem imediatamente. Estamos acompanhando e apoiando a greve dos operários de Candiota. Acreditamos que nossa tarefa consista em cercar de solidariedade essa mobilização. É urgente e necessário romper o bloqueio midiático aos absurdos que ocorrem na Fase C da Usina Termelétrica Presidente Médici.</p>
<p>Estamos construindo redes de solidariedade nas cidades de Bagé e Pelotas, mas acreditamos que seja necessário dar uma batalha sem fronteiras em defesa dos operários de Candiota. Até a vitória!</p>
<p><strong><em><br />
</em></strong></p>
<p><strong><em>Jurandir Silva, PSOL Pelotas<br />
Clodoaldo Fagundes, PSOL Bagé</em></strong><br />
<a href="mailto:psolzonasul@gmail.com">psolzonasul@gmail.com</a></p>
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