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	<title>Luciana Genro &#187; cultura</title>
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		<title>Marcelo Freixo comenta &#8216;Tropa de Elite 2&#8242;</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Oct 2010 12:04:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Filme mostra combate às mílicias e é inspirado no trabalho do deputado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8700" class="wp-caption alignleft" style="width: 288px"><a href="http://www.lucianagenro.com.br/wp-content/uploads/2010/10/marcelo_freixo_post.jpg"><img class="size-full wp-image-8700" title="marcelo_freixo_post" src="http://www.lucianagenro.com.br/wp-content/uploads/2010/10/marcelo_freixo_post.jpg" alt="" width="278" height="186" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelo Freixo</p></div>
<p>O deputado estadual do PSOL no Rio de Janeiro Marcelo Freixo comenta o filme &#8216;Tropa de Elite 2&#8242; após assistir à pré-estréia. O trabalho de Freixo é inspiração do filme, que aborda a atuação de milícias em comunidades cariocas. Ele entende que o filme deve formentar o debate em torno das milícias, que continuam crescendo no Estado.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=01I5iBtfqHQ&amp;feature=player_embedded" target="_blank"><strong>Assista ao comentário de Marcelo Freixo.</strong></a></p>
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		<title>Falece o escritor José Saramago</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Jun 2010 17:52:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Prêmio Nobel de Literatura morreu aos 87 anos, em sua casa de Lanzarote.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Prêmio Nobel de Literatura morreu aos 87 anos, em sua casa de Lanzarote<br />
</em><br />
O escritor José Saramago, primeiro e único Prêmio Nobel de Literatura de língua portuguesa, faleceu dia 18, em sua casa de Lanzarote, aos 87 anos, por causa de leucemia crônica, segundo confirmaram fontes da família. A morte ocorreu pouco depois das 13 horas (hora peninsular), quando o escritor se encontrava em sua residência canária, acompanhado de sua mulher e tradutora Pilar del Río.</p>
<p>&#8220;Nossa única defesa contra a morte é o amor&#8221;, disse numa ocasião José Saramago, a quem não só o amor ajudou a combater essa morte que o levou hoje. Também o fizeram os numerosos romances que escreveu ao longo de sua vida e que foram reconhecidos com o Prêmio Nobel em 1998.</p>
<p>De origem humilde, Saramago se dedicou à literatura porque não lhe agradava o mundo que lhe tocou viver. Seus romances encerram reflexões sobre alguns dos principais problemas do ser humano; fazem o leitor pensar, o abalam e comovem. Seus personagens são cheios de dignidade.</p>
<p>Nascido em 16 de novembro de 1922, em Azinhaga, uma aldeia de Ribatejo (Portugal), José de Sousa é mais conhecido pelo apelido de sua família paterna, Saramago, que o funcionário do Registro Civil acrescentou ao inscrevê-lo. Quando tinha dois anos, sua família se mudou para Lisboa, mas nunca rompeu seus laços com Azinhaga.</p>
<p>Ainda que tenha sido um aluno brilhante, teve de abandonar o ensino secundário, ao terminar o primeiro segmento, ante a falta de meios econômicos de seus progenitores. Antes de dedicar-se plenamente à literatura e de converter-se num dos melhores romancistas do século XX, Saramago trabalhou em ofícios como os de serralheiro, mecânico, editor e jornalista. Foi diretor adjunto do &#8220;Diário de Notícias&#8221; de Lisboa.</p>
<p><strong>Seu maior sonho</strong></p>
<p>Mas seu maior sonho era ser escritor. Em 1947, publicou seu primeiro romance, &#8220;Terra de pecado&#8221;.  Por essa época, ascendeu nele a consciência política que sempre o acompanhou e que o levou a filiar-se, em 1969, ao Partido Comunista Português. Após um longo silêncio de quase vinte anos, durante o qual ficou sem publicar, porque não tinha &#8220;nada para dizer&#8221;, Saramago se arriscou na poesia, entre 1966 e 1975, e publicou &#8220;Poemas possíveis&#8221;, &#8220;Provavelmente alegria&#8221; e  &#8220;O ano de 1993&#8243;.</p>
<p>Como disse, quando Alfaguara, sua editora espanhola, publicou sua &#8220;Poesia completa&#8221;, em 2005, nunca foi &#8220;um poeta genial&#8221;, nem &#8220;um grande poeta&#8221;. Apenas se considerava &#8220;um bom poeta&#8221;. Em 1977, veio à luz o romance &#8220;Manual de pintura e caligrafia&#8221;, ao que se seguiram o livro de contos &#8220;Quase um objeto&#8221; (1978) e a obra teatral &#8220;A noite&#8221; (1979).</p>
<p>Seus romances encerram reflexões sobre alguns dos principais problemas do ser humano; fazem o leitor pensar, o abalam e comovem</p>
<p>Nos anos oitenta, voltou ao teatro com &#8220;Que farei com este livro?&#8221; (1980), o relato &#8220;Levantado do chão&#8221; (1980 &#8211; Prêmio Cidade de Lisboa) e o livro de viagens &#8220;Viagem a Portugal&#8221; (1981). Com essas obras, Saramago já assentara as bases para esse mundo próprio que foi construindo livro após livro, e em 1982 alcançou a fama mundial com &#8220;Memorial do convento&#8221;, que lhe valeu o Prêmio do Pen Club Português, galhardão que voltou a ganhar em 1984 com &#8220;O ano da morte de Ricardo Reis&#8221;, também reconhecido com o Prêmio Dom Dinis da Fundação Casa de Mateus.</p>
<p>A partir daí, seu prestígio se foi consolidando com títulos como &#8220;Jangada de pedra&#8221; (1986), levada ao cinema, em 2002, pelo diretor holandês George Sluizer e protagonizado por Federico Luppi, Icíar Bollaín e Gabino Diego; a peça teatral &#8220;A segunda vida de Francisco de Assis» (1987); e &#8220;História do Cerco de Lisboa&#8221; (1989).</p>
<p>Em 1991, publicou o romance &#8220;O evangelho segundo Jesus Cristo&#8221;, muito criticado pelo Vaticano e objeto de um polêmico veto em 1992, que o retirou da lista de candidatos ao Prêmio Literário Europeu, para o qual fora selecionado por um júri do Pen Club de Portugal e pela Associação de Críticos Literários Portugueses. Apesar de tudo, esta obra recebeu o prestigioso Prêmio da Associação de Escritores de Portugal (1992). Nesse último ano, obteve o Prêmio Faliano de Literatura com seu romance &#8220;Uma terra chamada Alentejo&#8221;. Os problemas que teve em Portugal o levaram, em 1993, a mudar sua residência para a Espanha, especificamente para a ilha canária de Lanzarote, acompanhado por sua segunda mulher, a jornalista espanhola Pilar del Río, tradutora do escritor.</p>
<p><strong>Seus últimos anos</strong></p>
<p>Após publicar sua quarta obra de teatro, &#8220;In nomine Dei&#8221; (Grande Prêmio de Teatro da Associação Portuguesa de Escritores), passou a integrar o Parlamento Internacional de Escritores. O ano de 1995 foi especial para ele, com a obtenção do Prêmio Camões para o conjunto de sua obra e a publicação de &#8220;Ensaio sobre a cegueira&#8221;, primeiro livro de sua trilogia sobre a identidade do indivíduo, que continuou com &#8220;Todos os nomes&#8221; (1998) e encerrou-se com &#8220;Ensaio sobre a lucidez&#8221; (2004).</p>
<p>O primeiro livro da trilogia foi levado ao cinema, em 2008, pelo diretor brasileiro Fernando Meirelles, sob o título de &#8220;Blindness&#8221;. Seus inegáveis méritos como romancista foram por fim reconhecidos em 1998 com o Prêmio Nobel de Literatura, que lhe outorgaram por haver criado uma obra na qual, &#8220;mediante parábolas sustentadas com imaginação, compaixão e ironia, nos permite continuamente captar uma realidade fugidia&#8221;.</p>
<p>Nos últimos anos, Saramago não deixou passar muito tempo entre um romance e outro. Estava consciente de sua idade e, se tinha &#8220;ainda algo para dizer&#8221;, o melhor é que o dissesse &#8220;o quanto antes&#8221;. Ainda que também dissesse que &#8220;chegará o dia em que se acabarão as ideias, e não acontecerá nada&#8221;. Fruto dessa urgência para contar foram seus romances &#8220;A caverna&#8221; (2000); &#8220;O homem duplicado&#8221; (2002); &#8220;As intermitências da morte&#8221; (2005); &#8220;As pequenas memórias&#8221; (2006); &#8220;A viagem do elefante&#8221; (2008); e &#8220;Caim&#8221; (2009), o último romance desse grande escritor.</p>
<p>Entre suas obras figuram também os autobiográficos &#8220;Cadernos de Lanzarote I e II&#8221; (1997 e 2001). Saramago estava consciente do poder que tinha a internet para difundir qualquer ideia e, em setembro de 2008, começou a publicar seu blog, intitulado &#8220;O caderno&#8221;. Foi &#8220;um espaço pessoal na página infinita da internet&#8221;, segundo suas palavras. A morte o surpreendeu quando preparava um romance sobre a indústria do armamento e a ausência de greves nesse setor, ou ao menos essa era a ideia que queria desenvolver, segundo disse quando apresentou &#8220;Caim&#8221;, em novembro de 2009.</p>
<p>Saramago morreu acompanhado de sua família, despedindo-se de uma forma serena e plácida, indicou num comunicado a fundação que leva seu nome.</p>
<p><strong>Saramago, uma página sempre aberta</strong></p>
<p><em>Lucía Santos</em></p>
<p>Havana, 19 jun. (PL) &#8211; O escritor português José Saramago, Prêmio Nobel de Literatura 1998, deixou atrás de sí uma obra admirável, densa e conceitual, íntimamente comprometida com o mundo do qual formava e prossegue formando parte.</p>
<p>Sua morte, na última sexta-feita, comoveu os meios artísticos e intelectuais de todo o orbe e a uma legião infinita de leitores conectados de maneira profunda com a alta literatura que cultivou sempre.</p>
<p>Uma literatura sem concessões, afiada como um bisturi com a qual penetrava no fundo da realidade, na história do homem e no devir do tempo, tomando como fio o presente para uma viagem ao passado e dali desentranhar, com uma nova perspectiva, as complexidades e turbulências do hoje que habitamos.</p>
<p>Tudo isso com uma olhada abarcadora e um exercício sem trégua da reflexão, às vezes nascida como para si mesmo, mas na que cada qual sentía latir suas próprias inquietações, suas incertezas, interrogações e certezas, como ocorre com toda legítima obra de arte.  Uma prosa, a sua, polida e resplandecente, de uma limpeza diamantina, e uma linguagem cuja riqueza emana da ausência de vãos transbordamentos.</p>
<p>Saramago morreu aos 87 anos em sua residência de Lanzarote, Canárias, que compartilçhava com temporadas em sua casa de Lisboa, uma cidade da qual nunca quis prescindir e cuja luz amava.</p>
<p>Foi uma morte tranquila, pouco depois de se alimentar e conversar com sua esposa Pilar del Río. Há pouco tempo publicara Caim, seu último romance, que atraiu sobre ele os ataques da Igreja católica, que nada puderam contra sua natureza transgressora à que foi sempre fiel. Las últimas fotos suas que circularam evidenciavam um físico já minguado pelos estragos de uma longa pneumonia e sua esteira de complicações cardiorrespiratórias, da que emergiu. Mas quase até o final conservou seu andar ágil, suas pernas impulsionadas por um movimento que nascia das cadeiras, impregnando-as de um ritmo dinâmico, harmonioso, um andar surpreendentemente juvenil.</p>
<p>E, sobretudo, manteve incólume uma lucidez apaixonada, o fescor do espírito e um comprometimento absoluto com suas ideias e suas convicções políticas. A Cuba, sempre a levou consigo.</p>
<p>Poeta, dramaturgo e jornalista, deixou um legado literário que conjuga profundidade e beleza numa síntese radiante. No computador em que trabalhava, ficaram as últimas linhas do novo texto que escrevia, &#8220;Alabardas, lanças, arcabuzes, mosquetes&#8221;, título tomado de um verso do grande poeta luso Gil Vicente.</p>
<p>Saramago só se foi físicamente. Para seus leitores, sempre será uma presença próxima, uma pagina viva, aberta.</p>
<p><strong>Chávez presta homenagem a José Saramago</strong></p>
<p>Caracas, 20 jun. (Prensa Latina) &#8211; O presidente Hugo Chávez lamentou hoje a morte do escritor, romancista e dramaturgo português José Saramago, que considerou um verdadeiro guia da dignidade dos povos.</p>
<p>&#8220;Nessa sexta-feira, 18 de junho, recebemos a triste notícia do desaparecimento físico do mestre José Saramago, Prêmio Nobel de Literatura de 1998.  Saramago foi um escritor imenso e, ao mesmo tempo, uma grande consciência de Portugal e do mundo&#8221;, sinalizou o presidente em sua coluna dominical &#8220;As Linhas de Chávez&#8221;.</p>
<p>Para o estadista, o autor de &#8220;Memorial do convento&#8221; e &#8220;Ensaio sobre a cegueira&#8221; deixou como legado a necessidade humana de manter viva e ativa a capacidade de se indignar frente às injustiças do mundo.</p>
<p>&#8220;Como depoimento de admiração, quero recordar palavras suas nas que me reconheço plenamente como revolucionário e como homem: &#8216;Espero morrer como vivi, respeitando a mim mesmo como condição para respeitar os demais e sem perder a ideia de que o mundo deve ser outro e não esta coisa infame&#8217; &#8220;.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://www.socialismo.org.br" target="_blank"><strong>Fundação Lauro Campos</strong></a></em></p>
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		<title>Fernanda ganha troféu da Câmara Riograndense do Livro</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 10:53:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>assessoria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vereadora criou a Frente Parlamentar de Incentivo à Leitura em Porto Alegre.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6254" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.lucianagenro.com.br/wp-content/uploads/2010/04/fernanda_livro.jpg"><img class="size-medium wp-image-6254" title="fernanda_livro" src="http://www.lucianagenro.com.br/wp-content/uploads/2010/04/fernanda_livro-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Crédito: Wálmaro Paz</p></div>
<p>Defensora da leitura como instrumento de mudança, a vereadora de Porto Alegre Fernanda Melchionna foi agraciada, na noite de sexta-feira, 23, Dia Mundial do Livro e do Direito do Autor, com o troféu Amigo do Livro, concedido pela Câmara Riograndense do Livro. O evento ocorreu no auditório Erico Verissimo, do Instituto Cultural Norte-americano. O prêmio é concedido anualmente àquelas pessoas que se destacam na defesa do livro e do direito do autor.</p>
<p>Bibliotecária de formação, Fernanda foi a criadora da Frente Parlamentar de Incentivo à Leitura que teve imediatamente a adesão de 12 dos 36 vereadores da capital gaúcha. Em menos de um ano, já foram apresentados vários projetos pela vereadora e elaborada uma cartilha sobre a leitura lançada na Feira do Livro de Porto Alegre de 2009. Na última semana, Fernanda protocolou a proposta de criação do Dia do Escritor Gaúcho, a ser celebrado na data do aniversário do poeta Mario Quintana: 30 de julho.</p>
<p>Na Semana do Livro, de 19 a 23 de abril, Fernanda participou de diversas atividades. Na terça-feira, 20, fez uma palestra no encontro &#8216;O Livro e a Leitura: Acessibilidade e Inclusão Social&#8217;, promovido pelo Curso Técnico de Biblioteconomia do Instituto Federal do Rio Grande do Sul, no auditório da Fabico. Na sexta à tarde, participou, também como palestrante, do Encontro Regional de Estudantes de Biblioteconomia da Região Sul, no auditório da Faculdade de Odontologia, que teve a participação de 350 estudantes de diversos estados brasleiros. E à noite recebeu o troféu da Câmara Riograndense do Livro.</p>
<p><em><br />
Fonte: <a href="http://www.fernandapsol.com.br/" target="_blank"><strong>fernandapsol.com.br</strong></a></em></p>
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		<title>Frente de Incentivo à Leitura participa da &#8216;Feira Fora da Feira&#8217;</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 13:06:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Vereadora Fernanda participou das atividades de descentralização da Feira do Livro no Morro da Cruz.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3946" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-3946" title="Fernanda_FeiraLivro_post" src="http://www.lucianagenro.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Fernanda_FeiraLivro_post.jpg" alt="Vereadora Fernanda participou da atividade (Bernardo Corrêa)" width="200" height="150" /><p class="wp-caption-text">Vereadora Fernanda participou da atividade (Bernardo Corrêa)</p></div>
<p>O último sábado,  31 de outubro, foi o primeiro dia da &#8216;Feira, Fora da Feira&#8217;. A descentralização da Feira do Livro de Porto Alegre mostra a preocupação dos organizadores em expandir o raio de atuação do maior evento de literatura a céu aberto da América Latina aos bairros da Capital. A Frente de Incentivo à Leitura participou ativamente do processo  no Morro da Cruz, onde há a biblioteca comunitária Ilê Ará, que concorre ao Prêmio Fato Literário neste ano. A biblioteca comunitária atua em rede com todas as bibliotecas da região, levando malas de livros às escolas, promovendo eventos de leitura e, inclusive, alfabetização de adultos. Um belo trabalho, num espaço encantador, fruto do sonho do padre Adelar, de Lindolfo e de Jéssica. Coisa boa encontrar lutadores pela leitura!</p>
<p>Durante o primeiro sábado de &#8216;Feira Fora da Feira&#8217;, a poetisa Telma Scherer fez uma bela performance, demonstrando, com a linguagem corporal a poesia de sua autoria. A atividade faz parte de um projeto que nasceu como oficina do Fumproarte em 2008, em bairros da Capital, e agora virou um livro, <em>Rumor da Casa</em>. Encantador, contagiante, e uma bela forma de interpretar a poesia para o desfrute das comunidades.</p>
<p>&#8220;Também no alto da Morro da Cruz, uma possibilidade de viajar é entrar no Tapete Mágico e alçar voos nos livros. É o projeto do excelente escritor Hermes Bernardi Jr., do qual eu tive a honra de ser monitora em 2003&#8243;, conta a vereadora Fernanda Melchionna: &#8220;Um tapete maravilhoso, sombra gostosa e muitas caixas cheias de histórias para as crianças, o autor e os mediadores da leitura.&#8221; O Tapete encantou a gurizada, que rolava, lia, ouvia história na quente tarde de sábado. Bernardi desencadeou um projeto maravilhoso de incentivo à leitura, que mostra o compromisso dele de pensar, executar, buscar formar novos leitores pelos bairros da cidade. Nós e o poder público temos o compromisso de valorizar e perpetuar o seu projeto.</p>
<p>A Associação do Jovem Leitor também esteve presente, batendo um papo com os adolescentes sobre leitura e escrita, estimulando o surgimento não só de novos leitores, como também de novos escritores! A &#8216;Feira Fora da Feira&#8217; se mostrou um sucesso. Batalhar para o seu desenvolvimento nas próximas edições da Feira e sua consolidação na cidade é um desafio para todos aqueles que lutam pela leitura.</p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><em>Fonte: <a href="http://www.fernandapsol.com.br" target="_blank">www.fernandapsol.com.br</a></em></p>
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		<title>Avança projeto de reconhecimento de clubes sociais negros</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 13:42:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Rio Grande do Sul possui 53 espaços sociais, o maior número do país.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Rio Grande do Sul possui 53 espaços sociais, o maior número do país</em></p>
<div id="attachment_3229" class="wp-caption alignleft" style="width: 241px"><img class="size-full wp-image-3229" title="geraldinho_negros_post" src="http://www.lucianagenro.com.br/wp-content/uploads/2009/09/geraldinho_negros_post.jpg" alt="Divulgação" width="231" height="150" /><p class="wp-caption-text">Divulgação</p></div>
<p>O deputado Geraldinho, acompanhado de Luis Carlos Oliveira, do Conselho de Desenvolvimento da Comunidade Negra do Rio Grande do Sul, e de Giane Vargas Escobar, diretora-técnica do Museu Treze de Maio, de Santa Maria, esteve reunido com o presidente-substituto da Fundação Palmares, Elisio Lopes, nesta quinta-feira, 3, para discutir o projeto de registro e reconhecimento dos clubes sociais negros.</p>
<p>O projeto 059151/2009 visa à pesquisa das histórias dos clubes negros em cinco estados brasileiros: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerias, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Somente no RS, existem 53 espaços sociais considerados negros – a maior expressividade do país. No Brasil, os clubes sociais negros envolvem quase 3 milhões de pessoas.</p>
<p>O projeto será desenvolvido no prazo de um ano, objetiva o reconhecimento dos clubes sociais negros como patrimônio imaterial afro-brasileiro e resultará na produção de livro, site, documentários e exposições itinerantes. A expectativa é de que o projeto, que recebeu emenda da deputada Luciana Genro no valor R$ 500 mil, com contrapartida da prefeitura de Santa Maria de R$ 42 mil, seja aprovado até o final do ano.</p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><em>Fonte: Liderança do PSOL</em></p>
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