Histórico
Histórico de julho/2010
Começa a corrida eleitoral
Depois da eliminação precoce do Brasil na Copa da Mundo, amanhã começa de fato e de direito a corrida eleitoral. Aqui no RS o primeiro round acontecerá amanhã a partir das 8h, no debate promovido pela Rádio Gaúcha. Milhares de candidato irão às ruas em busca dos votos dos brasileiros. É a chamada “festa democrática”. Na verdade não tem nada de festa, e muito pouco de democrática. O que veremos será um festival de promessas que não serão cumpridas, marketeiros pagos a peso de ouro para transformar seus candidatos em peça publicitárias que digam o que supostamente as pessoas querem ouvir, transformando figuras desgastadas em novidade. O peso do dinheiro será decisivo, não só para o pagamento de tais marketeiros milagrosos, também no volume de campanha que cada partido consegue colocar na rua. O PSOL não vai competir nesse terreno. Nosso recursos são limitadíssimos e por uma questão de princípios não compramos apoios. Também temos uma suposta desvantagem por nos apresentarmos sem alianças. E fazemos isso não por acharmos que somos os únicos “puros e bons” mas por que não encontramos parceiros com os quais tivéssemos afinidades políticas e programáticas e uma tática eleitoral em comum. Não buscamos aliados simplesmente para aumentar o tempo de TV. Aliás, a diferença gritante entre os tempos de TV é outro elemento da evidente precária democracia que permeia o processo eleitoral. Mas encaramos os eleitores com a consciência tranquila. Com a certeza de que cumprimos o nosso dever. O dever de construir uma alternativa à política do toma-lá-dá-cá, do jogo de interesses, das negociatas. O dever de agir com coerência, de não mudar de lado, de defender o interesse público e os interesses daqueles que vivem, viveram ou querem viver do trabalho honesto, dos jovens aos mais idosos.Mesmo com todas as distorções que fazem do resultado eleitoral uma expressão muitas vezes distorcida da vontade popular, as eleições são o momento soberano de decisão sobre o futuro. Então vamos lá, à disputa!
Rosane de Oliveira, Zero Hora, 5 de julho de 2010
Será na Rádio Gaúcha, com transmissão pela TVCOM, a partir das 8h10min de amanhã, o primeiro confronto entre os principais candidatos a governador depois do início oficial da campanha.
Jornal do Comércio, 5 de julho de 2010
Os partidos têm até às 19h de hoje para registrar suas candidaturas na Justiça Eleitoral. O único dos nove candidatos ao Palácio Piratini que já realizou o ato foi Pedro Ruas. O PSOL também fará um bandeiraço pelo Centro. Às 12h, militantes e candidatos se concentrarão na esquina da Rua da Ladeira com a Rua da Praia.
PSOL larga na frente no registro das candidaturas
Partido não teve problemas em cumprir a meta de 30% de candidaturas femininas.
Pedro Ruas participa de primeiro debate
Candidatos ao Piratini se encontram nesta terça às 8h10min, na Rádio Gaúcha.
Correio do Povo, 3 de julho de 2010
O PSOL foi o primeiro partido a entregar a nominata de candidatos às eleições de 2010 ao Tribunal Regional Eleitoral. O candidato da sigla ao Piratini, Pedro Ruas, acompanhado da deputada federal Luciana Genro e do presidente da sigla no Estado, Roberto Robaina, protocolou a lista contendo os nomes dos 84 candidatos da legenda ao pleito de outubro. Segundo o documento, 40 nomes disputarão vaga na Câmara Federal e 38 ao Legislativo. O partido terá ainda dois candidatos ao Senado.
A Plateia, 3 de julho de 2010
Retomou o serviço na Santa Casa de Misericórdia, na semana passada, o funcionário Rogério Benites, demitido em julho de 2007. Na época integrante da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, Benites diz ter sofrido uma demissão injusta e ilegal, , uma vez que ele teria estabilidade no emprego. Ele chegou a alegar que estava sendo perseguido politicamente.
Estadão, 2 de julho de 2010
Deputados da Comissão Especial do Código Florestal reúnem-se na segunda-feira para discutir as propostas do substitutivo para a reforma do Código Florestal apresentado por Aldo Rebelo. Voto em separado foi redigido por três deputados do PSOL – Ivan Valente, Chico Alencar e Luciana Genro. O texto combate as principais mudanças com relação a Áreas de Proteção Permanente e Reservas Legais, e também a autonomia que o texto concede aos Estados para legislar sobre a manutenção de suas florestas. É também contrário à anistia sugerida aos desmatadores por meio da consolidação de áreas desmatadas.
A semana vista pelo PSOL
Dívida pública, especulação financeira e taxa global sobre transações.
Plínio é nosso candidato à Presidência
“Plínio representa nosso patrimônio, que está nas ações políticas.”
Hamilton Assis é o vice de Plínio
Pedagogo baiano compõe a chapa do PSOL para a Presidência da República.
Jornal do Comércio, 1 de julho de 2010
Pedro Ruas saiu em defesa do Plano Diretor e da CCJ. “O projeto era de tamanha relevância que resolvemos entregar no dia em que foi assinado por todos”, indica. O vereador do PSOL entende o presidente da Câmara desrespeitou a comissão ao pedir o projeto de volta à prefeitura: “Não foi um exagero, foi desrespeito e deselegância”, critica. E diz que a entrega do ofício de encaminhamento só é necessária quando os vereadores não participam da entrega. “É mera formalidade”, sustenta.
Vamos colocar o nosso bloco na rua!
Foi um belo ato, ontem, na Assembleia Legislativa de SP, que oficializou a candidatura de Plínio. A presença de intelectuais de grande prestígio na academia foi uma demonstração do espaço real que o PSOL tem na sociedade. Estavam lá o geógrafo Aziz Ab´Saber, o sociólogo Francisco de Oliveira, o filósofo Paulo Arantes, o cineasta Sílvio Tendler, além da filha de Florestan Fernandes, que chegou a dizer que Florestan estaria lá se vivo fosse. Também mandaram uma saudação Leandro Konder e Carlos Nelson Coutinho. Plínio tem 80 anos de vida, e uma bela trajetória. É um bom orador, cativa a plateia. Não como Heloísa Helena, é claro, mas ela é um caso especial de conexão com o povo. Embora tenha alguns pontos de divergência tática com as propostas defendidas por Plínio, o discurso dele, com um forte tom anticapitalista, está no caminho correto para dialogar com o povo e ao mesmo tempo marcar que não somos parte dos esquemas dos grandes partidos. Para nós que nas prévias estivemos com Martiniano não foi fácil deixar de lado os atropelos que aconteceram nesse processo. Entretanto, agora é a hora de colocar o nosso bloco na rua. Para isso os nossos palanques nos estados têm que refletir o acúmulo do PSOL ao longo da sua breve porém frutífera vida. Nosso maior patrimônio é a coerência. Por isso também foi muito acertada a decisão da executiva de impedir a aliança com o PTB no Amapá. Em hipótese alguma o PSOL pode estar, em qualquer lugar do país, ao lado do partido de Roberto Jeferson. Aqui no RS, com Pedro Ruas, faremos o debate qualificado. Nosso programa, que em breve será apresentado a todos, vai mostrar que temos propostas concretas para melhorar a vida dos gaúchos, sem demagogia eleitoral e promessas que depois são esquecidas pelos eleitos.