Histórico
Histórico de junho/2010
Jornal do Comércio, 30 de junho de 2010
Pedro Ruas e outros vereadores que integram a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal entregaram formalmente ao prefeito José Fortunati a redação final da revisão do Plano Diretor de Porto Alegre. O prefeito tem 15 dias úteis para sancionar ou vetar a lei e devolvê-la ao Legislativo.
O que diferencia o PSOL dos demais partidos?
Pedro Ruas falou ao site Sul 21 sobre sua candidatura ao Piratini.
Não adianta tapar o sol com a peneira!
No debate do programa Conversas Cruzadas de ontem, na TVCOM, o embate mais interessante foi entre o presidente do PT Raul Pont e o presidente do PSOL Roberto Robaina. Pont ainda tenta alimentar a tese de que o PT é um partido de esquerda, e que o governo Lula é um grande avanço para as forças socialistas. Com uma simples pergunta Robaina desmontou essa tese: Sarney e Collor mudaram, e agora apoiam as forças progressistas? É claro que não! Estão com Lula por que o seu governo representa os interesses do grande capital e dessas oligarquias nordestinas que tanto mal causam ao sofrido povo do Nordeste. Pont ainda tentou argumentar com a surrada tese da governabilidade, mas não explicou governabilidade para fazer o quê? Reforma da Previdência que tirou direitos dos servidores? Veto ao fim do fator previdenciário? Perseguição aos servidores grevistas? Ou seria para garantir estabilidade para que o Banco Central possa seguir aumentando as taxas de juros, e o governo destinando quase 40% do orçamento para pagamento aos rentistas? Não adianta tapar o sol com a peneira. O voto da esquerda é no PSOL!
Capitalismo acumula saldo de 1,2 bilhão de famintos
Fome é principal indicador da injustiça no mundo atual.
Câmara debate Imposto sobre Grandes Fortunas
Proposta de Luciana reacende debate sobre reforma tributária.
Sul 21, 28 de junho de 2010
Para Pedro Ruas, o candidato do PSOL, o debate público no período eleitoral é um momento de propaganda das idéias do partido, para construí-lo como força política.
Código Florestal: PSOL apresentou voto em separado
PSOL defende a atual legislação e critica descentralização.
As grandes fortunas e os juros
Os dados da Receita Federal, divulgados na semana que passou, só reforçam a importância da regulamentação do Imposto sobre Grandes Fortunas. A arrecadação cresceu, mas cresceu justamente devido aos tributos que incidem sobre o consumo e a renda do trabalho. Por exemplo a arrecadação do Imposto de Renda Pessoa Física aumentou em R$2,3 bilhões. Já os tributos incidentes sobre a renda do capital caíram R$131 milhões. A Contribuição Sobre o Lucro Líquido, por exemplo, chegou a cair R$ 287 milhões. O pior de tudo é que grande parte desses recursos arrancados do trabalhador assalariado vão parar no bolso dos rentistas pois são utilizados para pagamento de juros. As 5 mil famílias mais ricas do país, que detêm patrimônio equivalente a 42% do PIB, agradecem. São elas que recebem uma parte significativa desse dinheiro pois detêm grande parte dos títulos da dívida púbica. Os estrangeiros também se beneficiam enormemente. Recentemente foi divulgado o aumento da participação de estrangeiros na compra de títulos, e eles ainda têm isenção de impostos sobre esses ganhos. E o Brasil gasta quase 40% do que arrecada em pagamento de juros!
Zero Hora, 27 de junho de 2010
Com a aprovação pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, a proposta que institui imposto sobre grandes fortunas – acima de R$ 2 milhões – promete gerar grandes debates no Congresso. A polêmica ressurgiu com a aprovação de uma proposta de Luciana Genro.
Carolina Bahia, Zero Hora, 26 de junho de 2010
Proposta da deputada Luciana Genro, que prioriza a concessão de empréstimos ou financiamentos públicos para as empresas com políticas de participação dos trabalhadores nos lucros, foi acatada pelo relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2011, senador Tião Vianna.
Zero Hora, 25 de junho de 2010
Neiva Lazzarotto: “O problema da violência agravou-se tanto, que chegou à barbárie. Ainda mais dentro da escola. Sozinhos, professores, diretores, funcionários, não temos condições para enfrentá-lo. Nos sentimos impotentes e abandonados para cuidar de tantos jovens e crianças. Urgem ações! Então, o que podem fazer sindicato, governantes, políticos, sociedade civil?”
A semana vista pelo PSOL
Chuvas, arrecadação federal às custas dos trabalhadores e desemprego.
PCdoB troca foice e martelo pelas motosserras
Edilson Silva comenta reforma do Código Florestal, criticada por ambientalistas.
Vai chegar a hora da mudança!
A pesquisa Ibope mostrou o que todo mundo já apostava que iria acontecer: Dilma ultrapassou Serra, e lidera nas intenções de voto. Não poderia ser diferente. O PSDB não tem uma programa alternativo ao do PT, pelo simples fato de que este aderiu ao mesmo modelo econômico dos tucanos, acrescentando um significativo aumento nas verbas de assistência social (Bolsa Família). A falsa polarização entre os dois representantes dos interesses do capital seguirá. É alimentada pela mídia, que simplesmente ignora a candidatura de Plínio. Como um candidato pode crescer nas pesquisas se a grande mídia o esconde? Como pode crescer se os dois grandes adversários tem fartos minutos de propaganda explícita na TV, em inserções de horário nobre, e o nosso candidato não tem nada? Essa é a falsa democracia brasileira! Mas não desitiremos. Vai chegar a hora da mudança!
Pernambuco: catástrofes previsíveis
Edilson Silva lembra que enchentes na região são regulares e que falta planejamento para evitar catástrofes.