Histórico
Histórico de novembro/2009
Nesta segunda-feira, proteste em defesa de uma cidade melhor
Hoje é o último dia de votações do Plano Diretor de Porto Alegre.
PSOL debate saúde pública
Investimentos no setor e planos para servidores estarão entre temas abordados.
Chapa independente vence eleições com maior quórum da história do DCE da USP
Foi uma vitória na unha, fruto de um fortíssimo trabalho de base expresso na composição da chapa que, além de militantes do Romper o Dia! e do MES-PSOL, era majoritariamente independente.
Mais uma vez sobre a tática eleitoral
Temos defendido a resolução da Executiva Nacional do partido de abrir negociações para explorar as possibilidades de aliança com a candidatura de Marina Silva. Tal posição foi aprovada por 13 dos 17 membros da Executiva Nacional e também tem recebido o apoio de nossa bancada, dos deputados Ivan Valente, Chico Alencar e do senador Nery, além de Heloísa Helena. Esse apoio, por óbvio, não anula a existência de uma oposição interna a essa política. De nossa parte é uma obrigação colocar com clareza, por escrito, o que cada um pensa. Centralmente, quereremos neste texto apresentar duas considerações: a) sobre a natureza da candidatura de Marina, por um lado; b) por outro lado continuar insistindo nas questões que nos parecem condições indispensáveis para que o par tido de fato possa apoiar seu nome.
Minuano, 27 de novembro de 2009
Luciana Genro esteve em Bagé para participar de um debate sobre as reformas do Ensino Superior e como a Unipampa se insere nesse contexto.
PSOL ainda não descartou lançar candidato ao Planalto
Declaração é da presidente nacional do partido, Heloísa Helena.
Rechaçamos as eleições convocadas pelos golpistas!
PSOL se solidariza com resistência hondurenha e exige restituição de Zelaya.
A semana vista pelo PSOL
Brasil tem verba para FMI mas não para aposentados, saúde e vítimas da chuva.
Unipampa: estudantes querem estrutura e participação
Estive ontem em Bagé, participando de debate com a reitora da Unipampa, professora Maria Beatriz Luce, e com o ex-presidente do Andes – Sindicato Nacional dos Docentes de Ensino Superior Luiz Carlos Lucas. Lá pude constatar a angústia dos estudantes com a falta de infra-estrutra da Unipampa. O calendário de obras do prédio próprio está atrasadíssimo. Segundo a reitora, o problema é que as empresas rebaixam o preço para ganhar a licitação e depois dizem que não têm recursos para fazer a obra. Uma jogada suja! Outro problema é a falta de canais de participação dos estudantes na gestão da universidade. Eu, como relatora do projeto que criou a Unipama, tentei inserir dispositivos legais que assegurassem a plena participação da comunidade na gestão da universidade, mas o governo barrou as minhas propostas. Na foto, uma das faixas penduradas pelos estudantes no auditório diz: “Arremedo de democracia: estudante só é ouvido tumultuando a Reitoria”.
Zero Hora, 26 de novembro de 2009
Avança no Congresso a proposta de emenda à Constituição que altera as regras para o pagamento de precatórios – as dívidas do setor público decorrentes de decisões judiciais. O PSOL foi o único partido que declarou ser contra a proposta.
Tratamento para os dependentes do crack, por favor!!
Fazer campanha de esclarecimento sobre as dramáticas consequências do uso do crack é necessário. Acredito, inclusive, que pode dar algum resultado pois muitos que experimentam uma droga não se tornam dependentes, mas já com o crack parece que essa possibilidade não existe: é tiro e queda, literalmente. Mas a notícia de hoje em ZH sobre o rapaz que escalou uma antena telefônica para CLAMAR por internação traz à tona uma realidade que campanha nenhuma de esclarecimento vai transformar. É a falta de estrutura para o atendimento aos que já são dependentes. O crack é tão destruidor, e o atendimento tão precário, que um rapaz desesperado tem que escalar uma antena para mostrar que não podia ter alta. De fato o tratamento, para dar certo, tem que ser longo, pois as recaídas são muito frequentes. Mas a falta de estrutura, vagas, leitos, alternativas, faz com que os dependentes recém-desintoxicados sejam jogados na rua e todo o esforço da sua recuperação desperdiçado. É hora de uma campanha de exigência aos governos para que invistam na prevenção e no tratamento decente, e completo, dos dependentes.
Jornal do Comércio, 25 de novembro de 2009
A Câmara Municipal intensificou a análise das emendas da revisão do Plano Diretor de Porto Alegre. São mais de 150 ajustes que devem ser apreciados antes da votação do projeto de lei.
Legítima revolta dos policiais
Os policiais militares gaúchos estão em pé de guerra contra a governadora Yeda. E não é prá menos. Além de terem o salário mais baixo do país, ela ainda quer aumentar a contribuição para a previdência, em troca de um pequeno aumento que em muitos casos não vai compensar a perda com a alta da contribição. Cabe aqui uma reflexão sobre a importância dos policiais serem bem remunerados. Muitas vezes os políticos ou juízes alegam suas grandes responsabilidades e as enormes possibilidades de corrupção para defenderem aumentos para si. Teriam que ganhar bem para não se corromperem, dizem eles. Já ganham altos salários e sempre querem mais (diga-se de passagem que eu sempre votei contra aumento para políticos). Uma lógica absurda, não só porque os salários já são altos mas porque políticos e juízes se corrompem mesmo ganhando muito bem. Agora vejam a situação dos policiais. Colocam em risco a sua própria vida. Lidam diariamente com traficantes, sempre prontos a comprá-los em troca de tolerância. Muitas vezes, devido as suas dificuldades financeiras, moram nas mesmas vilas que os bandidos que perseguem. Suas famílias passam dificuldades. Muitos nem sequer têm uma moradia digna, ou pagam aluguéis que consomem grande parte do seu salário. Estão, portanto, totalmente vulneráveis às investidas dos bandidos. A corrupção nas polícias só não é maior do que na política. Melhorar a segurança da população passa por remunerar melhor os policiais, oferecer-lhes condições dignas de trabalho, a possiblidade de se orgulharem da sua função. Nenhum governo fez isso até hoje. Por isso, sofrem os policiais e sofre a população, especialmente a mais pobre, que tem mais medo do que confiança na polícia. É hora de mudar. Em 1997 os policiais de todo o país, inclusive do RS, fizeram grandes lutas, e até greves violentas. Eu mesma, junto com Roberto Robaina, hoje presidente do PSOL, estive com eles nos piquetes da greve de 1997. Nenhum policial gosta de fazer greve, nem a população de ver protestos da polícia. Mas para evitar a legítima revolta, Yeda vai ter que ceder.
Jornal do Commércio (PE), 25 de novembro de 2009
Para Heloísa Helena, diálogo com Marina Silva não descarta discussão sobre candidatura própria do PSOL ao Planalto em 2010.
Luciana e PSOL em defesa dos aposentados
Mobilização exigiu imediata apreciação de projetos que beneficiam categoria.