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Histórico de agosto/2009

PSOL recorre de arquivamento de ações contra Sarney

10 de agosto de 2009

A representação, arquivada na última quarta-feira, responsabilizava o presidente da Casa pela edição de atos secretos, que foram usados para nomear parentes e aliados de senadores e aumentar rendimento de servidores sem conhecimento público.

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Novos fatos podem ser incluídos em denúncia

Luciana, Robaina e Ruas foram ao MP de Contas falar sobre casa de Yeda.

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Yeda é ré confessa

A manobra jurídica da governadora, executada pelo mesmo advogado que foi o braço direito de José Otávio Germano na Secretaria de Segurança é uma espécie de confissão. Primeiro pelo advogado que ela escolheu. Justamento o adjunto na Secretaria de Segurança daquele que os próprios advogados que já viram a íntegra do processo apontam como o maior acusado pelas fraudes, o deputado José Otávio Germano. Mas não é só isso. O fato da alegação da governadora ser de que o MP não teria legitimidade para propor a ação, apontando a Assembleia Legislativa como o foro adequado para julgar a governadora é uma demonstração clara de que Yeda tem medo da Justiça. Se fosse inocente faria questão de defender-se e desmontar a ação do MP perante a Justiça. Ela escolheu contar com o usufruto da impunidade que a Assembleia Legislativa lhe tem assegurado até agora. A manobra isenta a governadora de defender-se no mérito das alegações dos procuradores. Com certeza por que é indefensável.

Zero Hora, 10 de agosto de 2009

Embora positiva, é insuficiente ainda a divulgação feita pela Ordem dos Advogados do Brasil da parte da ação civil de improbidade administrativa contra a governadora do Estado e outros oito agentes públicos. O conteúdo liberado pela juíza Simone Barbisan Fortes, da 3ª Vara Federal de Santa Maria, revela apenas a convicção do Ministério Público Federal sobre as irregularidades. Os gaúchos querem toda a verdade.

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Correio do Povo, 10 de agosto de 2009

A reunião entre o presidente da OAB, Claudio Lamachia, e o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, previsto para hoje, em Brasília, tem somente um objetivo: pedir a abertura do segredo de Justiça e do sigilo com relação aos processos contra a governadora Yeda Crusius.

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Jornal do Comércio, 10 de agosto de 2009

A petição inicial da ação de improbidade administrativa movida pelo MPF contra nove pessoas cita a governadora Yeda Crusius como uma das beneficiárias da fraude que desviou R$ 44 milhões do Detran entre 2003 e 2007.

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Divulgados trechos do processo contra Yeda

8 de agosto de 2009

Confira avaliação de Luciana em seu blog e reportagens publicadas na imprensa.

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Agora acabou!

Se alguém ainda tinha dúvidas, agora acabou. E junto acabou também o governo Yeda Crusius. A semana foi pesada. Primeiro a coletiva do MP, com pedido de afastamento e bloqueio de bens da governadora e mais 8 figuras do seu establishment político. Os réus e seus defensores ainda se agarraram ao segredo de justiça. Mas para dar satisfações à sociedade, até parte da base governista teve que assinar a CPI, numa clara manobra protelatória para afastar a pauta do impeachment. Não conseguiram. O PSOL e o CPERS seguiram levantando a necessidade do impeachment, com afastamento imedidato da governadora. A OAB declarou não descartar o apoio, mas queria ver o processo. O presidente da entidade, Cláudio Lamachia, foi a Santa Maria e voltou com cópia do processo. Divulgados os trechos não cobertos pelo sigilo bancário fiscal e telefônico completou-se a bomba, junto com as gravações do diálogo Lair-Marcelo Cavalcante, onde fica clara a participação da governadora e de seu marido no roubo. Alguns ainda vão dizer que falta ver se as provas constantes nos autos do processo sustentam as acusações dos procuradores. Não tenham dúvidas. Esses 6 procuradores não estavam brincando em serviço, e nem iriam arriscar as suas carreiras num confronto em que não estivessem muito bem calçados.

Fim do sigilo só para os deputados é absurdo

7 de agosto de 2009

A juíza Simone Fortes, responsável pelo inquérito contra a governadora, decidiu franquear acesso ao processo apenas aos deputados estaduais, sem acabar com o sigilo do processo. Considero lamentável que a população não possa saber oficialmente o conteúdo do processo. A questão é que esse maldito sigilo está servindo de desculpa para os que querem segurar Yeda, alegando que não sabem qual a gravidade das acusações que pesam sobre ela. Como assim? Agora não é o PSOL, nem o vice-governador, nem um ex- aliado, é o Ministério Público, através de 6 procuradores, que pediu o AFASTAMENTO da governadora! Evidente que isso significa que as acusações são gravíssimas e a necessidade de iniciar o processo de impeachment. Assim, ela seria imediatamente afastada, até a conclusão do processo, durante o qual ela teria ainda todas as oportunidades de se defender, ou de renunciar, o que seria bem melhor para o povo gaúcho!

OAB não descarta apoio a impeachment

Lamachia disse ao PSOL que queria antes conhecer dados do processo.

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A semana vista pelo PSOL

Ação contra Yeda, superávit primário, gripe e Itaipu estão na nossa pauta.

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Zero Hora, 7 de agosto de 2009

Há meses, a opinião pública, os acusados e a imprensa pedem que o MPF confirme as denúncias levantadas pelo PSOL em fevereiro e que desde então suscitam dúvidas, espalham suspeitas e criam um clima de instabilidade política.

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Correio do Povo, 7 de agosto de 2009

O PSOL voltou a pedir, ao presidente da Assembleia Legislativa do Estado, deputado Ivar Pavan, que a Casa aprecie o pedido de impeachment da governadora Yeda Crusius.

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Jornal do Comércio, 7 de agosto de 2009

O PSOL levou requerimento pedindo a votação imediata do impedimento da governadora pelos deputados. O pedido deve ser apreciado na Comissão de Constituição e Justiça.

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Esquina Democrática, 6 de agosto de 2009

6 de agosto de 2009

Para o vereador Pedro Ruas, é preciso ter cuidado para que a CPI não se transforme em um elemento de manutenção da governadora, pois o trabalho da Comissão poderá se estender por mais 180 dias.

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